terça-feira, agosto 30, 2011

Penafiel o ambiente des abunda

Penafiel até parece lindo 2011 AARIS Penafiel até parece lindo 2011 AARIS Penafiel até parece lindo 2011 AARIS Penafiel até parece lindo 2011 AARIS 

Para funcionário ver e crer. Como se pode ter um turismo de qualidade, se não há cuidado nas pequenas anomalias, coisas que realçam à vista de quem passa e tem olhos para ver. Para ser bom funcionário tem de se ter quatro olhos. Não basta fazer que se olha. Sabem onde e de que se trata. AARIS

segunda-feira, agosto 29, 2011

AGRIVAL WC para senhoras

AGRIVAL tem uma reclamação sobre WC para senhoras. Melhorar ou mais distribuídas, caso a ser estudado.

Como é sabido o último dia é por excelência o dia de mais movimento e o que acontece é que os WC das senhoras não são suficientes como se pode ver na foto. A fila não é para a boroa com chouriço, mas sim para os WC. das senhores onde muitas delas estão bem aflitas, esperando desesperadamente a descarga fisiológica. Fica o alerta. Melhorar a saúde das pessoas, melhorar o ambiente.

 

Penafiel FOGO no final da feira da AGRIVAL 2011 imagem Napoleão Monteiro

quarta-feira, julho 13, 2011

Penafiel Novelas ambiente neste estado a 200 metros do ECO centro

Nos últimos anos tem andado por aí gente de boa fé a limpar num dia especial, dia de limpar Portugal como toda a gente sabe. Desta vez esse dia em Novelas está a ser antecipado a largada para que nessa altura haja para limpar. Assim essa gente sem escrúpulos, bandidos, sem civismo, limparam em certos locais e vieram despejar nesta zona, ou seja, sujar Portugal sem dó nem piedade. A nós, cabe-nos alertar, para que espaço seja limpo e se possa passa na rua da carreira de tiro em Novelas sem esse escarro constante de descargas de lixo variado e inimaginável. Às autoridades cabe averiguar as origens, à cm e junta cabe todo o resto. Tem de ser resolvido a sua retirada desta nojeira seja por quem for, o ambiente agradece. 2011 AARISPenafiel Novelas  rua carreira de tiro a 200m do ECO centro 2011 AARIS Penafiel Novelas  rua carreira de tiro a 200m do ECO centro 2011 AARIS Penafiel Novelas  rua carreira de tiro a 200m do ECO centro 2011 AARIS Penafiel Novelas  rua carreira de tiro a 200m do ECO centro 2011 AARIS

sábado, julho 02, 2011

Caminhada descida pelo rio Bestança em Cinfães com Associações PDV Bestança e a AARIS Vale do Sousa e os ambientalistas de Coimbra

Dia 16 e 17. Muito breve e está limitado o Nº de Pessoas. corra telefone marque já.

Descida do Bestança 2011

16 e 17 de Julho de 2011

Eis-nos nas calendas solsticiais de um Verão túrgido de exalações caloríferas. As fragrâncias das essências expelidas pelas flores dormentes propagam-se em frémitos ao ritmo dos sons monocórdicos das cigarras e do piar da avifauna pululante no vale do Bestança que quais trompas estrepitosas anunciam a "descida".

O Betança Fot NapoleãoDiMonteiro O Rio Douro e o Betança Fot NapoleãoDiMonteiro

Mergulharemos numa pletora verdejante e caminharemos sobre as puídas pedras do leito do rio em cujos interstícios a água imaculada escorre emanando murmúrios que entorpecem os sentidos num deleitoso ápice.

Serpa Pinto, intrépido explorador africanista, aqui nasceu logo ouvindo tais embalos e fortalecendo o seu espírito temerário que o levaria a fazer a mais lendária, arrojada e destemida travessia de África ombreando com Livingstone e Stanley, Francis Burton ou Speke.

Lembremos o seu arrojo, intrepidez e sagacidade nesta "descida" que só os mais audaciosos e determinados podem almejar concretizar para no final, sorvendo haustos de cálido ar e em rictos de triunfalismo, arremessarem vozes estentóreas pelas recônditas quebradas importunando os ujos nas fragas da Arruínha: Eis o Prado! Chegámos enfim. Descemos o Bestança!

Programa Dia 16

  • 9h00 - Concentração em Valverde. Carregamento em tractor dos pertences dos intrépidos caminheiros.
  • 10h00 - Início da caminhada por ínvios atalhos em direcção ao rio.

Ao final do dia, chegada ao Prado, montagem das tendas e jantar*. Segue-se o acendimento da fogueira ancestral.

Os ávidos comensais deverão observar recatada fila. O frugal repasto será servido após prolação de humílimo discurso a que se seguirá - assim se espera - tonitruante salva de palmas e vivas ( sinceros ) ao nosso querido e grande líder que se dignará levantar a mão em sinal de indolente apreço.

Dia 17

9h00 - Pequeno-almoço. Segue-se uma caminhada algures pelo vale do Bestança.

  • 13h00 - Almoço no Prado.

Informações

Os participantes devem trazer:

Tenda e saco cama, mochila, vitualhas para o almoço de sábado, garfo e faca, prato, copo, toalha, muda de roupa e calçado, artigos de higiéne, agasalho para a noite ( a temperatura desce e o ar torna-se mais húmido ), sapatos ou botas adequadas para andar dentro de água, protector solar, saco protector para máquinas fotográficas e telemóveis.

Dada a solenidade do jantar, pleno de teluricidade, recomenda-se roupa discreta mas adequada ao momento. Obrigado.

Evitar: Enlatados, garrafas de vidro, colher plantas ou insectos, deixar lixo esquecido.

Grau de dificuldade: Elevado. Recomenda-se boa forma física e aconselhamento junto de outros reincidentes para obtenção de informes.

Por infortúnio perdemos o contacto - que muito útil seria como testemunho - daquela infausta participante que escorregou numa pedra roliça, caiu desamparada e partiu o osso ( jamais esqueceremos aquele fracturante estalido! ) que remata inferiormente a coluna vertebral do homem, vulgo, cóccix. Entre outros infortunados acidentes lembramos o daqueloutro que trouxe uma bola de carne e que ao servi-la escorregou e a deixou cair na água logo arrastada pela corrente por entre gritos e desesperantes - mas inúteis - tentativas para a recolher. Last but not least, como aquele que colocou o pé em desapoio numa pedra roliça, caiu e bateu com a testa na rocha com tal fragor que se ouviu nos cerros do Perneval. Levantou-se e disse, com o rosto manchado pelo sangue que escorria vívido: " Estou f..., digo, um pouco lesionado".

O  Betança Fot NapoleãoDiMonteiro O Betança Fot NapoleãoDiMonteiro 

Inscrições

Inscrições limitadas.
Sócios: 25,00€
Não sócios: 35,00€
Só para caminhada de sábado: 10,00€.
Data limite de inscrições: dia 13/6/2011 ( improrrogável ).
TLM: 96 8013140, 91 7535075; 91 7619080

Esta é uma actividade sem fins lucrativos nem organização adequada. Os participantes devem fazer seguro pessoal para esta actividade. A ADVB não se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam acontecer.

sexta-feira, junho 24, 2011

Caminhada Aveiro

Caminhada com percurso circular, com uma viatura de apoio (para quem eventualmente, se sinta impossibilitado de continuar...), e com a particularidade de só se caminhar até à hora de almoço.

Organizada pelo Venâncio, é exito garantido.

        Pedro

Caríssimos Amigos

A Confraria Gastronómica O Moliceiro no âmbito das suas actividades, no próximo dia 25 de Junho vai realizar uma Caminhada / convívio "A RIA VISTA DA SERRA".

O percurso tem aprx. 18 km com um grau de dificuldade média baixa.

Além da caminhada iremos saborear a deliciosa carne do Talho Confiança.

Agradecemos desde já a presença e divulgação do evento.

Inscrições limitadas e até ao próximo dia 23 de Junho.

Para efeitos de seguro, na inscrição é necessário o nome e data de nascimento.

Anexamos: Cartaz da caminhada e ficha técnica do percurso.

Pelo Moliceiro

V.Valente

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Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
acredita-se estar livre de perigo.
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Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
acredita-se estar livre de perigo.

 

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quarta-feira, junho 22, 2011

Rio Bestança e a Literatura nas escolas

Cinfães concurso literário2011 água, árvore rio Bestança fotos NapoleãoDiMonteiro Cinfães concurso literário2011 água, árvore rio Bestança fotos NapoleãoDiMonteiro Cinfães concurso literário2011 água, árvore rio Bestança fotos NapoleãoDiMonteiro Cinfães concurso literário2011 água, árvore rio Bestança fotos NapoleãoDiMonteiro

“Água, Árvore, rio Bestança

Entrega de prémios aos alunos na EB 2,3 General Serpa Pinto

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança promoveu o concurso literário “ Água, Árvore, Rio Bestança”, com o objectivo de divulgar o vale do Bestança, fomentar e consolidar hábitos de escrita e leitura, promover a criatividade e imaginação e desenvolver o interesse por questões ambientais.

Destinou-o a todos os alunos dos 1º e 2º ciclos dos agrupamentos de escolas de Cinfães e Souselo.

A entrega dos prémios ocorreu no dia 21 de Junho de 2011, na biblioteca da escola EB 2,3 General Serpa Pinto, na Vila de Cinfães, numa sala apinhada o que muito contribuiu para o brilhantismo do evento e satisfação dos alunos que assim viram a comunidade civil e escolar reconhecer o seu trabalho.

Louvamos pela sua participação e empenho todos os concorrentes que protagonizaram uma adesão significativa a provar que o gosto pela leitura e escrita estão bem despertos assim como o interesse pelo meio natural.

Os trabalhos apresentados foram analisados e seleccionados pelo júri constituído pelos seguintes elementos:

Dr.ª Armanda Canário, Professora da EB 2,3 General Serpa Pinto;

Dr. Afonso Monteiro, Advogado;

DR. Joaquim Azevedo Lindoro, Médico Urologista, Director do Serviço de Urologia do Hospital Padre Américo;

Prof. José Oliveira, Professor aposentado do 1º Ciclo;

Dr. Jorge Ventura, Presidente da Associação para a Defesa do Vale do Bestança.

Como membro do júri e em representação deste o Sr. Dr. Afonso Monteiro teceu considerações sobre os critérios adoptados por aquele colégio na selecção dos vencedores e que passaram pela criatividade e imaginação dos trabalhos, qualidade literária, coerência e coesão textual. Considerou que todos os trabalhos estavam muito bons pelo que foi decidido dar um prémio compensação a todos aos concorrentes não vencedores. Enalteceu a participação dos alunos e a parceria estabelecida entre o Agrupamento de Escolas de Cinfães e a ADVB.

Seguidamente a Prof. Graça Bompastor, que assumiu a apresentação do evento, anunciou os nomes dos alunos que mereceram o prémio participação e que foram:

Mariana Ribeiro Fonseca

Catarina Matos Pereira

Inês Lento de Oliveira

Bianca Patrícia Gonçalves Pinto

Fábio André da Silva Moreira

Susana Cardoso da Silva

Ana Catarina Morgado Costa

Leandra Filipa Jesus Ribeiro

Ana Isabel de Sousa Miranda

Catarina Filipa Pinto Gonçalves

Ana Filipa Pereira Soares.

Foram distinguidos quatro vencedores:

1º Prémio do 1º Ciclo para o aluno Diogo Maria Machado Vieira Carvalho, que recebeu o prémio das mãos do Sr. Prof. José Maria Duarte Oliveira.

O 3º prémio do 2º Ciclo foi entregue à aluna Bárbara Daniela Miranda Vasconcelos pela Dr.ª Margarida Maria Ferreira Cardoso;

O 2º prémio do 2º Ciclo foi entregue à aluna Daniela Risa Koshihara Silveira pelo Director Adjunto Prof. Rui Botelho;

E o 1º prémio do 2º Ciclo distinguiu a aluna Eliana Cristina Pinto Teixeira e foi entregue pelo Dr. Joaquim Lindoro.

Seguidamente, Dª Maria de Belém Mendes leu um poema da autoria de Jumaduol, intitulado:

O Director Adjunto do Agrupamento de Escolas de Cinfães, Prof. Rui Botelho, em substituição do Sr. Prof. Manuel António Pereira, ausente no estrangeiro em serviço do Agrupamento, proferiu palavras enaltecedoras da iniciativa e da boa cooperação estabelecida entre a ADVB, e o Agrupamento em favor dos alunos e da valorização do seu percurso escolar com eventos deste género.

Encerrou a sessão o Dr. Jorge Ventura, Presidente da Direcção da ADVB, que proferiu a intervenção que a seguir se transcreve:

“Em boa hora a ADVB acolheu a proposta de se promover um concurso literário destinado aos alunos mais jovens dos Agrupamentos de Escolas de Cinfães e Souselo.

Quisemos com esta iniciativa valorizar na escola o gosto pela leitura e escrita e o respeito pelo meio natural.

E valeu a pena!

Estamos aqui para vos dar os parabéns e para dizer aos vossos pais e professores que admirámos muito os vossos trabalhos aliás já realçado pelo júri.

Estamos felizes com a vossa participação. Não pudemos desejar mais, nem contar com menos.

Fomos surpreendidos pela qualidade dos textos, pela vossa criatividade e pelo gosto que mostram ter pelo meio ambiente aqui retratado nas referências ao rio Bestança que assim melhor ficaram a conhecer.

Sabem, eu tenho uma filha, a Rita, que é jovem como vós. Ofereço-lhe muitos livros. Lê uns, folheia outros e guarda-os com carinho e lá vai formando já uma pequena biblioteca. Tem-nos sempre por perto.

Eis uma coisa de que nunca me arrependerei: tê-la incentivado a descobrir esse universo tão bonito que é o livro e por consequência a leitura e a escrita. É um complemento muito importante na sua formação e educação e para a sua visão do mundo.

Umberto Eco, um escritor que se tornou célebre com o romance O Nome da Rosa, diz: “Há o hábito de pensar que se entra numa biblioteca para procurar um livro. Não é verdade. Sim, por aí se começa, mas o que na realidade se busca é a aventura”.

Espero que os momentos que agora viveis sejam o continuar de uma grande aventura na vossa vida através das páginas imorredoiras dos livros. Descobrireis ensinamentos, podereis satisfazer a vossa curiosidade, sereis convidados a pensar e a formar a vossa opinião e a ter uma perspectiva do mundo que vos rodeia e no qual ireis, mais cedo ou mais tarde, intervir.

E também podereis tocar o livro, folheá-lo, acarinhá-lo, ouvir o som suave das suas páginas que passam como que a lembrar que todos os momentos da vida devem ser bem preenchidos.

Como vedes, o livro é um desafio e uma descoberta permanente na formação contínua do vosso percurso de vida. Deixai que os livros vos acompanhem. Eles vão apontamdo muitos caminhos e ajudar-vos-ão a descobrir o vosso que todos esperamos seja o da maior realização e felicidade.

Parabéns e muito obrigado”.

Findou este evento com uma participação musical de alunos da EB 2,3 orientados pelo Prof. Rui Vaz.

Uma última nota para realçar o trabalho de incentivo e motivação realizado pelas Prof. Armanda Canário, Madalena e Graça Bompastor junto dos alunos em ordem à participação no concurso.

O nosso obrigado também ao Presidente da AARIS Vale do Sousa, Napoleão Monteiro, que marcou presença e documentou fotograficamente a iniciativa de um tema, que focava a água, a árvore e o rio Bestança, que na ideia das crianças era direcionada para todos os outros rios assim como o ambiente e património.

O nosso muito obrigado ao Agrupamento de Escolas de Cinfães na pessoa do seu Director Prof. Manuel António Pereira e uma menção especial para os encarregados de educação presentes que tanto orgulho podem ter nos seus educandos.

Eis uma aposta ganha que para o ano terá continuidade em nome da leitura, da escrita, da cultura, educação, cidadania e promoção do meio natural.

E sendo os mais jovens a abraçar estes projectos o futuro estará assim bem assegurado.

Cinfães, 22 de Junho de 2011.

O Presidente da Direcção da ADVB

(Jorge Ventura )

“AARIS” Napoleão Monteiro

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terça-feira, junho 14, 2011

Caminhada na natureza espanhola pelos Picos da Europa

Mais uma das grandes caminhadas levadas até ao fim, neste caso umas subidas até ao céu… muito e muito difícil a uma altitude de 1653 metros. Como sempre os amigos das Associações Ambientais Bestança Cinfães e AARIS Vale do Sousa, cumpriram o estipulado e previsto sem incidentes de percurso. Com paragem em Espanha na Villa de Cabrales, bem recebidos pelo turismo local, hotel e restaurante, o guia Ruben deu-nos todas as indicações de segurança para o esforço que se ia seguir. À partida, metendo medo aos rapazes de baixa idade, de que o caminhar pelos trilhos era perigoso, mas fácil de superar se houvesse vontade nas nossas cabeças esquecendo as dores. Assim foi, uns km andados a trepar até chegar a uma altura de 1653 metros de Puente de Poncebos até Pico de Cueton, passando por Camarmeña, Canaz de la Bobia, Z´Esmendpo Riv, Onbonllossos e lobolls de Cueton. No final desta deu uma sessão de alongamentos à rapaziada, porque vinham fresquíssimos de terem superado a 1ª etapa do dia. Mas ainda faltava mais, mas muito mais fácil rota del Cares Caím 3 hors. No final do dia um jantar e porque não havia forças para mais foi apenas cair na cama para levantar novamente às 6 h e seguir para a outra rota de Senda de Bulnes, onde se fez com muito custo mas levada ao fim, com uma beleza que mereceu e valeu o gasto no turismo da região. Uma nota importante e merecedora de ser vista, e não é que, não se vê um papel ou plástico no chão! É bem preciso meditar na forma e corrigir os modos de algumas pessoas deste País. De seguida e para quem tenha pernas para andar, a próxima caminhada vai ser no litoral de Esposende no dia 18 deste mês, e de Picos Europa caminhada Poncelos- Lobolls Cueton2011 fotosNapoleãoMonteiro Picos Europa caminhada Poncelos- Lobolls Cueton2011 fotosNapoleãoMonteiro    seguida a 02 de Julho em Penacova descida pelo Mondego a pé e de canoagem. Abraço a todos os amigos da defesa do ambiente e àqueles que caminham, caminham para o bem da sua saúde. NM

quinta-feira, maio 26, 2011

Dois dias com muita Cereja em Resende Festival da Cereja realiza-se nos dias 28 e 29 de Maio

Dois dias com muita Cereja em Resende

Festival da Cereja realiza-se nos dias 28 e 29 de Maio

Mais de uma centena de produtores e vendedores de cereja são esperados no Largo da Feira, em Resende, onde venderão toneladas de cereja a preços convidativos, a partir das 10 horas de sábado, dia 28 de Maio, sempre acompanhados pela animação de rua e animação musical. Durante os dois dias os visitantes também poderão passar pela mostra e venda de produtos de artesanato relacionados com a cereja, como compotas e licores, peças de cerâmica e linho tradicional.

Tal como no ano passado, também este ano a autarquia de Resende estabeleceu uma parceria com a CP e a empresa de autocarros JoaltoDouro para facilitar a viagem até à festa. Assim, a CP durante os dois dias disponibilizará horários de comboio especiais entre as estações do Porto e da Ermida, sendo que os visitantes terão à sua espera na estação um autocarro que fará a ligação até ao centro da Vila e, no final da tarde, o mesmo transporte assegurará a ligação de Resende à estação.

Mas, o ponto alto do Festival da Cereja ocorrerá no domingo, dia 30 de Maio, ao início da tarde, com a realização do Cortejo Temático subordinado ao tema “A Cereja de Resende no topo do Bolo” protagonizado por um milhar de crianças vestidas a rigor em oito carros alegóricos decorados, que vão desfilar pelas principais ruas do centro da Vila, culminando dois dias recheados de iniciativas alusivas à cereja.

Recorde-se que Resende é responsável por 24% da produção nacional de cereja, ou seja, cerca de 3500 toneladas por ano, e esta é uma forma de valorizar um produto diferenciador e que tem uma grande repercussão na economia local.

O Festival da Cereja tem-se afirmado cada vez mais como uma iniciativa de referência em todo o país, colocando o concelho num patamar de reconhecimento elevado sendo que a promoção do suculento fruto de cor avermelhada faz, todos os anos, as delícias de milhares de visitantes.

Eu quero ir à cerejeira… Caminheiros lá vamos estar num belo ambiente, verdade?

terça-feira, maio 24, 2011

Caminhada Cinfães e Resende na planura do Montemuro III de Vale de Papas a Cabrum

 28 de Maio de 2011

A AARIS vai estar em mais  uma caminhada e não esqueça a festa da cereja em Resende

A ADVB convida a todos nesta caminhada no planalto serra do Montemuro, nos limites dos concelhos de Cinfães e Resende com paisagens belíssimas e recantos impensáveis. A salientar nesta caminhada, a visita à bonita aldeia de Vale de Papas destacando-se pelo conjunto de casas em granito, sendo algumas ainda com cobertura de colmo, a ponte românica da Panchorra (na foto) e as levadas de Ovadas de Cima sobre as bonitas margens do rio Cabrum. Finalizada a caminhada o jantar-convívio será no conhecido restaurante típico "Recanto dos Carvalhos" na aldeia da Gralheira em Cinfães.

Programa

  • 09h30 - concentração na aldeia de Vale de Papas
  • 10h00 - início da Caminhada
  • 13h00 - almoço junto à ponte da Panchorra nas margens do Cabrum
  • 14h30 - inicio da caminhada
  • 18h00 - fim da caminhada
  • 19h00 - jantar no restaurante Recanto dos Carvalhos.

Percurso

  • Vale de Papas - Panchorra - Ovadas de Cima - Vale de Papas.
  • Distância de aprox. 18 Km.
  • Grau de dificuldade médio/alto.

Responsabilidade dos Participantes

  • Material individual necessário às condições do percurso e meteorológicas.
  • Aconselhável o uso de calças
  • Calçado impermeável.
  • Uma muda de roupa e de calçado, no caso de se molhar.
  • Condição física e estado e saúde em conformidade com as exigências da caminhada.
  • A ADVB declina toda e qualquer responsabilidade, resultante de acidente ou imprevisto que possa ocorrer e afectar algum dos participantes, relativamente a danos corporais e/ou materiais.

Inscrições

  • Os participantes deverão trazer merenda para o almoço.
  • As inscrições deverão ocorrer até ao dia 26 de Maio.
  • Jantar 14 euros
  • Sócios com quotas em dia e Crianças até aos 12 anos : gratuito.
  • Não sócios ou sócios em situação irregular : € 5,00

Contactos

  • 962717959
  • 968013140
  • 917535075

Como Chegar do Porto

Siga até Cinfães pela A4, saindo no Marco de Canaveses e aí tomando a estrada municipal 584 até Penhalonga, virando aí à esquerda pela EN108 até encontrar a indicação Barragem de Carrapatelo e Cinfães. Uma vez na vila de Cinfães siga a EN321 em direcção a Castro Daire, aprox 13Km sair no entroncamento à esq passando por Granja, Vila Boa de Cima seguindo as placas em direção a Gralheira, antes de chegar à Gralheira ter atenção e sair na placa que indica Vale de Papas.

Como Chegar de Coimbra/Viseu/Lisboa

Siga pela IP3 até Viseu e depois tome a A24 na direcção de Vila Real. Sair em Castro Daire Norte/Cinfães, tomando, por breves metros, a EN2 (direcção Cinfães) e seguindo a EN321 em direcção a Cinfães. Poucos quilómetros à frente (antes da aldeia de Carvalhosa) encontra a placa que indica Gralheira. No cruzamento vire à direita e siga as restantes indicações até à aldeia da Gralheira, atravessar a aldeia da Gralheira, seguindo a estrada em direção a oeste até encontrar a placa que indica Vale de Papas.

segunda-feira, maio 16, 2011

Percurso pedestre em Felgueiras (realizado no românico)

Tal como o previsto, as fotos vão mostram o grande número de pessoas aderentes a esta caminhada. A mensagem passou e foi cumprida, pelo cerca de 150 caminheiros que nestes belos locais estiveram envolvidos. Os 16 km foram pois de grau de dificuldade na escala de cinco, grau 2, ninguém se aleijou, foi esplêndido é de continuar. Deve ser feita a exploração de mais trilhos fora das estradas. Parabéns junto fotos para verem, e ainda ver mais em:

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Caminhada Felgueiras Pombeiro no românico2011 Fotos Napoleão Monteiro Caminhada Felgueiras Pombeiro no românico2011 Fotos Napoleão Monteiro Caminhada Felgueiras Pombeiro no românico2011 Fotos Napoleão Monteiro Caminhada Felgueiras Pombeiro no românico2011 Fotos Napoleão Monteiro

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Napoleão Monteiro

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Percurso pedestre em Felgueiras

No próximo dia 15 de maio, domingo, celebre o Dia Internacional da Família com um percurso pedestre “Pelos trilhos da pintura mural” da Rota do Românico. Venha desfrutar do património da região!

Este percurso pedestre circular, com uma extensão de cerca de 15 quilómetros e dificuldade fácil/moderada, terá início no Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, pelas 08.00 horas, e passagem pela Igreja de São Martinho de Penacova e pela Igreja de São Vicente de Sousa, no concelho de Felgueiras.
No Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro os pedestrianistas poderão apreciar dois temas de pintura mural, um alusivo, provavelmente, a São Brás e outro apresentando Santo Amaro e São Plácido.
No trilho segue-se a Igreja de Penacova, onde a pintura existente na parede fundeira da capela-mor representa o seu orago, São Martinho. Estes frescos terão sido encomendados por D. António Melo, um dos abades comendatários do Mosteiro de Pombeiro
Chegados à Igreja de São Vicente de Sousa, destaque para as pinturas do teto da capela-mor, dedicadas à vida e milagres do padroeiro, efetuadas, em 1693, por Manuel Freitas Padrão, um dos fundadores da Irmandade de São Lucas de Guimarães.
Os vestígios de pintura mural que encontramos nos monumentos da Rota do Românico, bem como na Igreja de São Martinho de Penacova, foram elaborados segundo a técnica de fresco, largamente difundida, no norte de Portugal, nos séculos XV e XVI.

A inscrição no percurso pedestre “Pelos trilhos da pintura mural” é gratuita e pode ser feita na sede da Rota do Românico ou através do correio electrónico cirr.pombeiro@valsousa.pt e dos telefones 255 810 706 e 910 969 716.




Centena e meia de pedestrianistas pelos trilhos da pintura mural

Cerca de 150 caminheiros percorreram no passado domingo, dia 15, os trilhos da pintura mural da Rota do Românico, no concelho de Felgueiras. A beleza artística dos frescos, o património histórico, cultural e paisagístico da região compuseram o cenário.

O Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro marcou o ponto de partida e chegada do percurso. Ao longo de aproximadamente 15 quilómetros, os pedestrianistas foram conduzidos pelos caminhos que levavam às pinturas murais da Igreja de São Martinho de Penacova, da Igreja de São Vicente de Sousa e do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro.

Na Igreja de São Martinho de Penacova o olhar prendeu-se à pintura mural da parede fundeira da capela-mor, que representa o célebre episódio da partilha da capa militar de São Martinho com um pobre. Estes frescos, descobertos recentemente, terão sido encomendados por D. António Melo, abade do Mosteiro de Pombeiro.

Mereceram também realce as representações de sereias, símbolos de tentação muito ligados à iconografia românica, e a cena da perseguição de um homem por um dragão e todos os animais aí representados.

A segunda paragem foi na Igreja de São Vicente de Sousa, onde os frescos da fragmentada pintura mural existente no tardoz do retábulo-mor parecem ser dedicados a São Vicente, apesar da sua difícil interpretação. A fragmentação terá resultado das profundas obras de ampliação da capela-mor que decorreram no século XVIII.

Os caminheiros puderam, ainda, admirar a representação de temas alusivos à vida e ao martírio de São Vicente, presentes no teto em madeira da capela, em caixotões, de estilo maneirista.

O percurso pedestre trouxe-os de volta ao Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro para apreciarem dois temas de pintura mural. No absidíolo do lado da Epístola a pintura mural representa dois discípulos de São Bento, Santo Amaro e São Plácido, e terá sido realizada pelo mestre Arnaus no início do abaciado de D. António Melo (1526-1556).

No absidíolo do lado do Evangelho, a pintura mural, que se encontra em muito mau estado de conservação, deverá representar o Sacrifício de Noé após o Dilúvio ou uma cena de vida de São Brás que, segundo a lenda, foi encontrado na selva no meio de animais selvagens.




Rota do Românico
17 de maio de 2011
www.rotadoromanico.com

Penafiel com programa de análises gratuitas à qualidade da água

Saúde Pública no centro das preocupações

A empresa Municipal Penafiel Verde lançou, junto da população, um programa pioneiro de análises, totalmente gratuitas, à qualidade da água no Concelho de Penafiel.

O projecto surge na sequência da “Lei dos Poços” que previa a legalização dos mesmos, e que permitiu à Penafiel Verde identificar e registar mais de 7000 captações, sendo que cerca de 60% não estão ligadas à rede de abastecimento de água, e muitas são utilizadas para consumo humano.

Perante esta realidade, a Penafiel Verde EEM apresenta uma campanha de sensibilização que vai passar pela análise gratuita da água captada, acompanhada de acções de sensibilização e apoio técnico.

Promover a saúde pública, numa área tão sensível como a do consumo de agua, é o principal objectivo uma vez que há o perigo, real, de existirem captações de água particulares contaminadas por exemplo, devido, à proximidade de fossas, ou por terem sido afectadas pela utilização de fertilizantes e herbicidas na agricultura.

A poluição das águas subterrâneas é especialmente perigosa por não ser visível e ainda pelo facto de existirem alterações que nem sempre são detectadas pelos sentidos.

Até ao fim de Agosto, todas as análises à água serão gratuitas bastando que os interessados solicitem o serviço junto da Penafiel Verde.

No final do programa, espera-se ainda ser possível efectuar um levantamento da qualidade da água que está a ser consumida no Concelho, bem como ter contribuído para a promoção da saúde pública junto da população.

Informação CMPenafiel

Caminhada em Montalegre AARIS e Bestança Associações Ambientais

Montalegre Caminhada pelos trilhos do Rio Cavado caminheiros do Bestança / AARIS

Pelo património do parque nacional da Penada Gerez, As associações para a defesa do Ambiente Bestança e AARIS , percorreu-se mais uma das fortes caminhadas de 26km, pelas terras de : Fiães do Rio Vilaça, S. Pedro, Carvalha de Brinda, Sezelhe, Frades. Travassos de Covelães, C, Soutelo, etc . Uma maravilha patrimonial dos portugueses. Veja mais fotos em:

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Caminhada 2011Montalegre trilhos rio Fotos Napoleão Monteiro Caminhada 2011Montalegre trilhos rio Fotos Napoleão Monteiro Caminhada 2011Montalegre trilhos rio Fotos Napoleão Monteiro Caminhada 2011Montalegre trilhos rio Fotos Napoleão Monteiro Caminhada 2011Montalegre trilhos rio Fotos Napoleão Monteiro

quarta-feira, maio 04, 2011

Programa da caminhada no Gerês pela Associação Bestança e AARIS a 14 Maio

Caminhada no Gerês

Por Terras do Barroso - Montalegre
Trilho do Rio

14 de Maio 2011

Descrição do Percurso

O Trilho do Rio é um percurso de Pequena Rota (PR). Tem 21,8 Kms de extensão, forma circular, é de nível médio/alto, com início e fim na aldeia de Fiães Rio, que fica localizada a 900 metros de altitude.

Este percurso passa por diversos pontos de interesse, entre os quais os caminhos antigos dos pastores e de ligação de aldeias, passagem pelos núcleos rurais de Paredes, Covelães, Travassos, Sezelhe, Frades, São Pedro de Vilaça. O percurso permite-nos também entrar em contacto com a cultura local e a vivência quotidiana existente nas aldeias. Permite-nos, ainda, atravessar paisagens verdejantes, extensos bosques e paisagens de campos cultivados em volta do rio Cávado.

Dentro das aldeias, o piso é, em geral, calcetado, mas ao longo do percurso de ligação entre aldeias o piso é de terra batida, e na sua maioria, por caminhos antigos de pastoreio. Muitos troços dos caminhos são murados, o que embeleza o percurso. O percurso pedestre situa-se parcialmente dentro dos limites do Parque Nacional da Peneda Gerês e permite a aproximação directa ao território do Parque, conjugando a necessidade de protecção com o usufruto dos valores culturais e naturais.

Recomendações

  • Não sair dos trilhos sinalizados
  • Cuidado com o gado que, embora manso, não gosta da aproximação de estranhos às suas crias;
  • Observar a fauna à distância;
  • Fechar as cancelas e portelos.

Programa

  • 9h30 - Concentração junto à Câmara Municipal de Montalegre.
  • 9h45 - Partida nos nossos automóveis para o local onde se iniciará a caminhada, junto à barragem do Alto Cávado
  • 10h00 - Início da caminhada
  • 18h30 - Hora provável do fim da caminhada
  • 19h30 - Jantar no Restaurante Albufeira, em Lama da Missa, junto à barragem dos Pisões.

Jantar

Cozido à Portuguesa, com os preliminares, sobremesas e o mais que habitualmente se usa nestas circunstâncias ...

Preço - 15 €.

Inscrições na Caminhada

Até ao dia 12 da Maio (962641621; 968013140; 917619080; 917535075)

Sócios - isentos.
Não sócios - 5,00 €

O que deve trazer

Almoço, calças e botas de caminhada, água, frutos secos ou barras de chocolate.
Com tempo chuvoso, um impermeável e uma muda de roupa e calçado.

Como chegar a Montalegre

1. Do Porto

Pela A3 em direcção a Braga e depois pela EN 103, em direcção ao Gerês, percurso sinuoso mas que se aconselha vivamente pelas espectaculares paisagem que permite ver. São cerca de 140 Kms e 2H 15 de viagem.

Outra alternativa é a A3 e depois a A7, com saída para Boticas e depois a EN103 - são cerca de 177 Kms e 2H 10 de viagem

2. De Coimbra

Pela A24, saída para Boticas e depois pela EN 103 - são cerca de 300 Kms e 3h30 de viagem. No entanto e face ao que se disse sobre as paisagens da EN 103 desde Braga, aconselha-se também vivamente esse percurso, passando pelo Porto.

Para quem quiser ficar

1. Perto do local onde vamos jantar:

- Residencial Sol e Chuva - tel. 276556171 - tlm 962652457
- Residencial Barroso - tlm 962652457
- Parque de campismo de Penedones, junto à barragem - tel. 276510203 - aqui existe um núcleo de casas de pedra, com alojamento turismo de habitação.

2. Em Montalegre

Na página da Câmara Municipal de Montalegre existem nomeados muitos outros estabelecimentos hoteleiros.

Outras Informações

Avisa-se que no fim-de-semana em que vamos fazer a caminhada vai realizar-se na sexta-feira à noite uma festividade a que chamam a "Noite das Bruxas", pois é dia 13! O no dia seguinte há uma corrida de automóveis ...

Esta é uma iniciativa de lazer e divulgação paisagístico-cultural sem qualquer cariz lucrativo. A ADVD não se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam ocorrer aos participantes. Aconselha-se seguro pessoal para esta actividade.

domingo, maio 01, 2011

Caminhada por terras de Mondim de Basto “APDVB Bestança” e vale do Sousa AARIS

Caminhada APDVB Associação P Defesa do Vale do Bestança, AARIS Associação dos Amigos do Rio Sousa, Câmara Municipal Mondim de Basto e outras Associações. Tal como o previsto, os caminheiros seguirão em direcção á Levada de Piscaredo, no trilho ao longo da levada, por entre bosques, pinheiros resineiros, carvalhos, sobreiros, loureiros e freixos e muitas outras espécies autóctones, entre os vales dos rios e ribeiros do Ôlo, Cabril, Cabrão e Tâmega, esta juventude não teve medo da chuva, sem receios de apanharem uma grande molhadela, percorrendo uma distância de cerca de 16 km até ao final para assim se almoçar mais descansadamente nas Mestras, junto às águas serenas e límpidas dos Rios Cabrão e Cabril. Da parte de tarde uma visita pelos pontos turísticos da região, que porventura não imaginava tal, na natureza tão linda dessas terras, que vai ficar como marca para próximas caminhadas. De seguida uma ida ao belíssimo Hotel Conforto águahotels Wellness Center Água Viva restaurante e garrafeira, Natureza kids Club o Paradelas Aventura e Paisagem de Mondim de Basto que deixou um bichinho para ir até lá num fim de semana ou de férias. Ao ex Presidente Humberto Cerqueira um muito obrigado pela sua companhia, durante a nossa satisfatória estadia, num dia belíssimo, nas vossa terras. Aos ex Advogados espanhóis Valentim e César Augusto obrigado pela vinda ao convívio destes amigos da Natureza. Ficam as Imagens sempre valem mais que um milhar de palavras. Próxima Pitões de Júnior Gerês a 14 de Maio 2011. Obrigado a todos, as portas estão abertas esperamos por vós. 30 abril 2011 Napoleão Monteiro napoleao.novelas@gmail.com 919769705. Ver mais em:

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http://picasaweb.google.com/aariosousa/napoleao.monteiroCaminhada a Mondim 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada a Mondim 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada a Mondim 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada a Mondim 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada a Mondim 2011 Imagens de Napoleão Monteiro
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terça-feira, abril 26, 2011

Caminhada AARIS e APDVBestança na levada de Piscaredo Mondim

Associação para a Defesa do Vale do Bestança

Levada de Piscaredo

30 de Abril de 2011

Quase tão irresistível quanto o Vale do Bestança é a proposta para a caminhada na Levada de Piscaredo, em Mondim de Basto, no próximo dia 30 de Abril. Há quem diga que já os gregos e os assírios se deixaram deslumbrar por estes lugares!...

Breve caracterização da caminhada

Saída de Mondim de Basto (centro) em direcção á Levada de Piscaredo. O percurso decorre por um trilho ao longo da levada, por entre bosques de carvalhos, loureiros e freixos.

Chegados às Mestras, almoçaremos junto às águas serenas e límpidas dos Rios Cabrão e Cabril.

Feita a SESTA, partiremos em direcção à aldeia de Vila Chã.

No final do trajecto, um autocarro moderno, com ar-condicionado, conduzir-nos-á por outras paragens deste concelho, igualmente irresistíveis!..

História da Levada de Piscaredo

A construção da levada de Piscaredo remonta ao século XIII, ainda no reinado de D. Afonso II.

Devido à escassez de água, indispensável para a irrigação dos seus campos, os proprietários das terras de Mondim decidiram um dia partir de suas casas rumo às Mestras, confluência dos rios Cabrão com o Cabresto, e só regressaram muitos meses depois, trazendo consigo o precioso líquido.

Conta-se a este propósito que outras aldeias disputavam igualmente estas águas, iniciando a levada de baixo para cima.

Quando se aperceberam, já os de Mondim traziam a água consigo, conquistando não só o direito às águas, como também um excelente nível para a construção da levada.

Ao Longo da Levada há cerca de 15 ou 20 nascentes que lhe pertenciam. Hoje, grande parte dessas nascentes já não corre para o rego devido ao desnível resultante das obras efectuadas.

O Sorteio das Andadas, em número 17 (tantas quantos os proprietários que fizeram a levada), realiza-se a 24 de Junho, dia de S. João, resultando daí o rol que calendariza a utilização das águas, leiloando-se também meio-dia cujo produto reverte a favor das obras de reparação e conservação da Levada.

A Levada de Piscaredo tinha um "olheiro" que vigiava e repartia as águas pelos regantes e um regulamento próprio, constante das posturas camarárias a partir do século XVIII.

Esse Regulamento proibia, a título de exemplo, o corte das águas antes dos moinhos de Piscaredo e a obrigatoriedade de deixar correr pelo ribeiro que atravessava Mondim, um caudal de água equivalente à capacidade de uma telha cheia.

As referências mais antigas desta Levada denominavam-se de "Levada de Pisqueiredo". Actualmente parece ter evoluído para "Levada de Piscaredo", embora as duas versões sejam correctas.

Programa

  • 9:30 - Concentração junto ao Mercado Municipal (junto ao Tribunal)
  • 9.45 - Desjejum e partida para a levada
  • 13.00 - Almoço nas Mestras (confluência do Rio Cabrão e do Rio Cabril)
  • 15.00 - Partida em direcção aldeia de Vila Chã
  • 17.30 - Chegada ao Fojo e partida de autocarro para visita ao concelho
  • 19.30 - Jantar na Adega Regional Sete Condes
    Até altas horas da madrugada, para os mais resistentes, bailaricoooo.....

Jantar

Preço: 14 levadas

Ementa:

Preliminares: Enchidos, alheira, e outros...tudo muito suave e quente!

Acto principal: Couves com feijão, acompanhadas pelas respectivas carnes (suculentas e bem conservadas) ...uma explosão de sensações e sabores!

Descompressão: Doce da casa, leite creme e frutas laminadas...com tudo isto, ainda há quem resista?!...

Inscrições

Inscrições até ao dia 28.04.2011 - Limitadas aos lugares disponíveis no restaurante. (966277568; 96 8013140; 91 7619080; 917535075 )

Caminhada:
Sócios - isentos;
Não sócios - 5,00€

O que deve trazer:
Deve trazer o almoço, calças e botas de caminhada , água, frutos secos ou barra de chocolate. Com tempo húmido/chuvoso, não esquecer o impermeável e uma muda de roupa e calçado, máquina fotográfica, se gosta de fotografia.

* Esta é uma iniciativa de lazer e divulgação paisagístico-cultural sem qualquer cariz lucrativo. A ADVB não se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam ocorrer aos participantes. Aconselha-se seguro pessoal para esta actividade.

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acredita-se estar livre de perigo.

segunda-feira, abril 25, 2011

Projecto Rios

Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro 

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Enquadramento

Desde as primeiras civilizações, o ser humano, por razões económicas, culturais e de lazer,

esteve sempre ligado aos recursos hídricos, vivendo uma relação que sustentava uma

natureza mais poderosa do que o Homem. Com a evolução da civilização humana, esta

posição mudou. O desenvolvimento das sociedades actuais tem conduzido a uma degradação

generalizada do meio ambiente e a uma utilização irracional dos recursos naturais.

Actualmente, os rios e as ribeiras em Portugal apresentam vários problemas, nomeadamente

ao nível dos usos comuns e da afluência de oportunidades de exploração de recursos que

ocorrem ao longo da sua bacia hidrográfica. Muitos destes problemas resultam da falta de

conhecimento e participação pública, quer ao nível da população em geral quer ao nível do

poder decisor.

O que é o Projecto Rios?

O Projecto Rios é um projecto que visa a participação social na conservação dos espaços

fluviais, procurando acompanhar os objectivos apresentados na Década da Educação das

Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável e contribui para a implementação da

Carta da Terra e da Directiva Quadro da Água.

A implementação deste projecto pretende dar resposta à visível problemática, de âmbito

nacional e global, referente à alteração e deterioração da qualidade dos rios e à falta de um

envolvimento efectivo dos utilizadores e da população em geral.

O Projecto Rios, pela metodologia que utiliza, pretende promover a curiosidade científica e

implementar o método científico experimental, através da recolha e registo de informações e

dados geográficos, físico-químicos, biológicos, eventos históricos, sociais e etnográficos,

contribuindo assim para a melhoria do espaço estudado e da qualidade fluvial global, com vista

à aplicação das exigências da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água.

Como surgiu o Projecto Rios?

O Projecte Rius foi lançado na Catalunha pela “Associación Habitats para Projecte RIUS

Catalunya” em 1997, e desde então tem-se revelado um sucesso. Actualmente, em Espanha, o

Projecto Rios, com mais de 10 anos de experiência, desenvolve as suas actividades de

voluntariado, abrangendo mais de 1000 grupos em cinco Comunidades Autónomas:

Associación Habitats, na Catalunha; ADEGA, na Galiza; Xúquer Viu, na comunidade de

Valência; CIMA na Cantábria e Territórios Vivos, em Madrid. Foi estabelecido um protocolo para a sua adopção no território português com a “Associación Habitats para Projecte RIUS

Catalunya”.

Em Portugal, o Projecto Rios chegou em 2006 e é promovido pelas seguintes entidades:

Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA); Associação de Professores de

Geografia (APG); Liga para a Protecção da Natureza (LPN); Faculdade de Engenharia da

Universidade do Porto (FEUP). A ASPEA é presentemente a responsável pela coordenação do

projecto.

Actualmente estão envolvidas na implementação do Projecto Rios no território nacional

diversas entidades institucionais (câmaras municipais, juntas de freguesia, escolas,

associações, organizações não-governamentais (ONGs), institutos e centros de investigação),

empresas e a população em geral.

Objectivos gerais

O Projecto Rios visa a adopção e monitorização de um troço de rio, de modo a promover a

sensibilização da sociedade civil para os problemas e a necessidade de protecção e

valorização dos sistemas ribeirinhos. O Projecto Rios tem como principal objectivo implementar

um plano de adopção de 500 metros de um troço de um rio ou ribeira. Para auxiliar nesta

tarefa é fornecido um kit didáctico (ver “Materiais”).

Com a aplicação prática deste projecto é possível aprender a valorizar a importância das linhas

de água, implementar uma rede nacional através da observação, monitorização ou vigilância,

visando a conservação e adopção de diferentes troços de rios. Pretende-se ainda desencadear

um conjunto de actividades experimentais de educação ambiental e participação pública, no

sentido da implementação da Directiva Quadro da Água.

É de salientar que este projecto surgiu com o objectivo de contribuir para a implementação de

planos de reabilitação dos rios e ribeiras, com o envolvimento e responsabilização de toda a

comunidade civil, com vista ao desenvolvimento sustentado, à educação para a cidadania e ao

crescimento local e regional.

Objectivos específicos

- Promover a reflexão participada com a finalidade de criar um intercâmbio de estratégias e

metodologias de educação ambiental nas zonas ribeirinhas;

- Criar um espírito de cooperação entre os grupos envolvidos inscritos, fomentando a troca de

ideias e experiências em torno de preocupações referentes às zonas de estudo;

- Monitorizar e inspeccionar troços de um rio ou ribeira, com vista à avaliação do grau de

qualidade da linha de água adoptada;

- Realizar monitorizações (ou inspecções) regulares, com o objectivo de reunir e interceptar

dados comparativos (no mínimo duas inspecções por ano);

- Implementar acções que promovam a melhoria do rio ou ribeira adoptado (no mínimo uma

acção por ano);

- Sensibilizar a comunidade para a adopção de estratégias promotoras de mudanças

conceptuais, com vista à melhoria do ambiente em geral e das linhas de água em particular;

- Promover a ligação afectiva da população ao espaço ribeirinho e à comunidade local;

- Organizar acções, actividades e eventos para a promoção, divulgação e discussão sobre a

água e a importância dos ecossistemas ribeirinhos;

- Levar a comunidade local a adoptar um papel activo na defesa do ambiente e na redução dos

impactes negativos de algumas acções do Homem nos ecossistemas ribeirinhos;

- Promover a utilização de novas tecnologias de informação;

- Alargar a informação e sensibilização à população em geral, promovendo campanhas de

sensibilização e acções de melhoria;

- Em contexto escolar, contribuir para a implementação da educação ambiental enquanto área

transversal na política das escolas.

Público-alvo

Todos podem participar, nomeadamente:

- Municípios;

- Empresas;

- Escolas (desde o ensino pré-escolar até à Universidade);

- ATL;

- Grupos de escuteiros;

- Associações/grupos culturais, de pescadores, agricultores, caçadores;

- Lares de 3ª idade;

- Grupos de amigos;

- Famílias;

- População em geral.

Equipa técnica

Ideia original:

Associació Habitats para Projecte RIUS Catalunya

Adaptação:

Proxecto RÍOS Galiza - ADEGA/USC

Adaptação portuguesa:

ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental - www.aspea.org

APG – Associação de Professores de Geografia - www.aprofgeo.pt

CEG/DG FLUL – Centro de Estudos Geográficos/Departamento de Geografia da Faculdade de

Letras da Universidade de Lisboa – www.ceg.fl.ul.pt

LPN – Liga para a Protecção da Natureza – www.lpn.pt

Tradução:

Ana Aldeia, Clara Rocha Santos e Cristina Levita

Revisão/validação científica e técnica:

Catarina Ramos, Eusébio Reis e Carlos Neto (CEG /DG - FLUL)

Luísa Chaves, Paula Chaínho - LPN

Francisco Melo Ferreira - Centro de Tradições Populares Portuguesas “Prof. Manuel Viegas

Guerreiro” (CTTP)

Márcia Moreno

Reabilitação e valorização de rios:

Pedro Teiga - FEUP

Parceiros:

APG – Associação de Professores de Geografia

CEG/DG FLUL – Centro de Estudos Geográficos/Departamento de Geografia da Faculdade de

Letras da Universidade de Lisboa

LPN – Liga para a Protecção da Natureza

FEUP – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

INAG – Instituto da Água

Coordenação geral:

ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental

Metodologia

O Projecto Rios é um projecto de educação ambiental que contribui para a implementação de

soluções sustentadas para os problemas dos ecossistemas fluviais. Para além da vertente

técnica, este projecto visa também a tomada de consciência ambiental baseada na

participação voluntária e activa dos cidadãos (vertente social).

O Projecto Rios pretende criar uma rede de monitorização e de adopção de troços de rios e

ribeiras por grupos locais organizados. Recorrendo a uma metodologia de observação, simples

mas rigorosa, estandardizada e de fácil aplicação e desenvolvimento, estes grupos assumirão

a responsabilidade de vigilância e protecção do troço do curso de água que seleccionaram,

contribuindo assim para a melhoria sustentada dos recursos hídricos em geral, e do processo

de reabilitação do seu troço, em particular.

Metodologia de implementação do Projecto Rios

Determinar o troço do rio a

monitorizar

Preparar e verificar todo o

material necessário

Fazer um esquema do troço do rio Descrever o troço do rio

Inspeccionar os colectores

Estudar o ecossistema fluvial

Preencher a ficha resumo de dados

Enviar a ficha-resumo para a

coordenação do Projecto RIOS

Localização geográfica do

troço do rio a monitorizar

Quando fazer a monitorização?

Para permitir a comparação dos dados obtidos por todos os grupos e se poder

elaborar uma informação anual, empregaremos unicamente os dados recolhidos

durante as campanhas de Outono e Primavera.

Contudo, podem realizar monitorizações sempre que queiram e em qualquer época

do ano. É recomendado fazê-lo em finais de Novembro e inícios de Maio, de forma

a podermos conhecer as alterações do rio ao longo desse período.

Acções de melhoria

Deve fazer pelo menos uma acção de melhoria no troço, por ano.

Descrição sucinta dos procedimentos experimentais a realizar

1. Seleccionar, em função da situação geográfica, o troço do rio a monitorizar de acordo com a

coordenação nacional;

2. Analisar o percurso do rio, os materiais do kit e as fichas de observação;

3. Verificar todo o material necessário para a monitorização do rio;

4. Elaborar um esquema do troço do rio – descrição físico-geográfica;

5. Inspeccionar os colectores;

6. Estudar o ecossistema aquático:

- Descrição do local de amostragem (largura, profundidade, velocidade, caudal,

sombra, substrato litológico do leito, rochas, substrato geológico, humidade);

- Medição e registo das características físico-químicas da água (temperatura, pH, NO2,

NO3, dureza, transparência);

- Observação e registo da vida no rio: plantas aquáticas, répteis, mamíferos, anfíbios,

aves, peixes, árvores e arbustos, invertebrados, cogumelos, insectos, borboletas,

líquenes, musgos;

- Registo da situação ambiental do rio e do bosque ribeirinho;

- Levantamento do património cultural (etnográfico mobiliário e imobiliário, recolha de

documentos orais), das catástrofes naturais, entre outros.

7. Preencher a ficha de recolha de dados;

8. Enviar a ficha de recolha de dados à coordenação nacional;

9. Colocar os registos na base de dados on-line;

10. Continuar o processo de adopção do troço monitorizado.

Os grupos deverão desenvolver autonomia para monitorizar e contribuir para a melhoria

do troço adoptado, mediante a metodologia apresentada.

Poderão, contudo, requerer apoio técnico que poderá ser dado por um Monitor do

Projecto Rios (ver “Formação”).

Materiais entregues ao grupo inscrito

- Um Kit didáctico:

- Caixa

- Manual do Projecto Rios;

- Apresentação geral do Projecto Rios

- Lupa;

- Lápis;

- Pinça;

- Fitas de medição de pH, nitratos e nitritos;

- Termómetro (de 3 a 50 ºc);

- Fita métrica (10 m);

- Camaroeiro;

- Prancheta;

- Fichas de campo:

- Ficha da primeira saída de campo;

- Ficha da segunda e seguintes saídas de campo.

- Fichas de identificação:

- Rios;

- Rochas;

- Anfíbios;

- Árvores e arbustos;

- Aves;

- Silhuetas;

- Borboletas;

- Répteis;

- Macroinvertebrados;

- Mamíferos;

- Peixes;

- Plantas aquáticas;

- Líquenes;

- Cogumelos;

- ISQVR – Índice Simplificado da Qualidade da Vegetação do Rio;

- Catástrofes;

- Património etnográfico;

- Disco de Secchi;

- Estado de saúde do rio;

- Tabela de símbolos uniformizados;

Resultados esperados

Com a aplicação prática das ferramentas do Projecto Rios espera-se:

- A adopção de troços de rios ou ribeiras, com vista a uma monitorização regular;

- A aquisição de resultados comparativos que permitam concluir o estado da qualidade da água

e dos ecossistemas ribeirinhos e, como consequência, o estado de saúde do rio;

- A manutenção e conservação do espaço ribeirinho;

- Sempre que possível, participar no processo de reabilitação da zona ribeirinha;

- A promoção da participação pública efectiva (informação, emissão de opinião, realização de

acções), no sentido da preservação de um bem comum;

- A sensibilização da população local, envolvimento de parceiros e decisores do meio hídrico

para conhecer os problemas actuais dos rios e definição de soluções;

- A tomada de consciência da comunidade face à importância da preservação dos

ecossistemas ribeirinhos, para o desenvolvimento local e regional e para a melhoria da

qualidade ambiental e de vida das populações;

- Contribuir para a implementação da Agenda 21, local e escolar;

- Contribuir para a implementação da Carta da Terra e da Directiva Quadro da Água;

- Concretizar a máxima “pensar global agir local”.

Não se adopta o troço de um rio por um dia, uma semana, um mês ou um ano… adopta-se para sempre!

Seja solidário… faça uma boa acção… adopte um rio - esta pode ser a sua missão!

Formação

O Projecto Rios aposta na formação de Monitores que darão, quando requisitado, apoio

técnico-científico aos grupos inscritos.

Actualmente, o Projecto Rios promove 3 tipos de formação:

- 50 horas (formação alargada, financiada e certificada para docentes);

- 16 horas (formação para técnicos e docentes em horário laboral ou pós-laboral);

- 6 horas (formação de demonstração);

Para além das horas de formação, o monitor deverá realizar duas saídas de campo, com um

grupo inscrito, para receber a certificação de Monitor de Projecto Rios.

O Projecto Rios em números…2006/08

87 grupos inscritos de 29 municípios;

3000 participantes e mais de 8000 pessoas envolvidas em actividades;

125 monitores do Projecto Rios em 8 cursos.

[Actualmente, em Espanha, o Projecto Rios, com mais de 10 anos de experiência, desenvolve as suas actividades de

voluntariado, abrangendo mais de 1200 grupos em cinco Comunidades Autónomas: Associació Habitats, na Catalunha;

ADEGA, na Galiza; Xúquer Viu, na comunidade de Valência; CIMA na Cantábria e Territórios Vivos, em Madrid.]

Desenvolvimento de parcerias

A parceria é uma ferramenta que permite aliar esforços em prol de um objectivo comum.

Quantas mais pessoas ou entidades contribuírem para esse objectivo, maior será a

probabilidade de sucesso. O estabelecimento de parcerias com as autarquias locais ou

empresas é benéfico para uma região. A sinergia de diferentes parceiros com diferentes

interesses é fundamental para a concretização de projectos para o desenvolvimento local. O

Projecto Rios promove esta ligação. Trata-se de um projecto que tem em vista a sensibilização

da população, a promoção da participação pública e a preservação ou reabilitação dos rios e

ribeiras locais. Por tal, assume-se como um projecto viável e de baixo custo para a

concretização de parcerias sólidas.

“A união faz a força”. No fundo, todos ficamos a ganhar e, desta forma, contribuímos para o

desenvolvimento sustentável da região: “Nós não herdamos a terra aos nossos pais, pedimo-la

emprestada aos nossos filhos”.

Alguns exemplos de apoio e auxílio que um parceiro pode dar:

· Material didáctico de apoio;

· Financiamento de kits didácticos (ver “Materiais”);

· Apoio financeiro €;

· Instalações, transportes, logística, autorizações diversas;

· Formação e apoio técnico – nomeando, por exemplo, um funcionário para

participar na formação de “Monitor do Projecto Rios”;

· Ajuda na planificação, organização e implementação local;

· Informação, ideias, percepção e potencialidades das actividades a desenvolver.

Vantagens em promover/apoiar o Projecto Rios:

· Promover o conhecimento, a valorização e o desenvolvimento local;

· Facilitar actividades de participação pública;

· Promover a localidade a nível regional, nacional e internacional;

· Implementar as Agendas 21 Local ou Escolar;

· Contribuir para a aplicação da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água;

· Contribuir para a melhoria dos rios e ribeiras;

· Materializar a educação ambiental de forma continuada;

· Concretizar a responsabilidade social;

· Promover a própria entidade parceira.

Conclusão

Com a convicção da necessidade da formação de novas mentalidades, indutoras de

comportamentos favoráveis ao desenvolvimento sustentado, quer da população em geral quer

das autoridades de decisão política, a metodologia utilizada no Projecto Rios visa contribuir

para a melhoria das zonas ribeirinhas e, assim, cooperar para a concretização dos princípios

da Directiva Quadro da Água e da qualidade de vida das populações.

Equipa de Coordenação Nacional:

Maria João Correia (ASPEA) – Bióloga – Coordenadora geral

Pedro Teiga (FEUP) – Engenheiro do Ambiente - Coordenador técnico

Luísa Chaves (LPN) – Bióloga

Paula Chaínho (LPN) – Bióloga

Clara Rocha Santos (APG) – Geógrafa

Fátima Matos Almeida (ASPEA) – Presidente de ASPEA

Contactos

Tel.: 919 074 510 (Pedro Teiga)

E-mail: projectorios@gmail.com

Web: www.projectorios.org

"O Projecto Rios na minha Eco-Escola”

Pedro Teiga*

* Aluno de Doutoramento em Reabilitação de Rios da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e coordenador Nacional do Projecto Rios.

Actualmente muitas linhas de água encontram-se fortemente poluídas resultado das acções antrópicas que devem urgentemente ser alteradas. A agricultura e expansão urbana, constitui um forte impacto na deterioração dos rios, restringindo a sua mobilidade, dinâmica e potencial de regeneração natural da sua estão em discussão novos conceitos de engenharia fluvial, com o objectivo de compatibilizar os interesses socioeconómicos com o funcionamento equilibrado e sustentável dos ecossistemas ribeirinhos.

Apesar da Participação pública ser um requisito legal, da Directiva Quadro da Água (DQA) e da Lei da Água, o formato mais utilizado em Portugal de envolvimento da sociedade continua a ser passivo. Estes processos pela sua importância requerem uma formação activa, num contexto formal e informal, onde as componentes dos sistemas fluviais, utilizações, valores ecológicos, estéticos, culturais, sociais, usufruto e lazer sejam debatidos.

É necessário que os processos de participação sejam conduzidos com mais abrangência, de forma a avaliar as varias vertentes e opiniões/sugestões, de modo a obter projectos adaptados a cada situação e contributivos para a qualidade e bem-estar.

A participação pública em Portugal é entre os países da Europa um dos que apresenta níveis mais baixos e onde faltam ferramentas que contribuam para uma sociedade cívica mais activa nomeadamente no âmbito dos recursos hídricos. O Projecto Rios envolvendo as Escolas é a ferramenta preferencial para interligar as pessoas e os rios.

O Projecto Rios surge em 1997 pela “Associación Habitats” com o “Projecte RIUS” na Catalunha. Em Portugal está a ser implementado desde 2006, visando a adopção e monitorização de um troço de rio, de modo a promover a sensibilização da sociedade civil para os problemas e para a necessidade de protecção dos rios. A adaptação para o contexto português foi realizada pela Associação de Professores de Geografia (APG), a Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA), a Liga para a Protecção da Natureza (LPN) e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Actualmente, a coordenação e gestão são da responsabilidade da Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA) e da Liga para a Protecção da Natureza (LPN).

O projecto visa a adopção e monitorização de um troço (500 m) de rio ou ribeira, de modo a promover a sensibilização da população para os problemas e para a importância da protecção, valorização e melhoria dos sistemas ribeirinhos. Contribui ainda para a reabilitação das zonas ribeirinhas e a concretização dos princípios da Lei da Água, Directiva Quadro da Água, Carta da Terra, Agendas 21 Local e Escolar e Protocolo de Quioto.

Com o Projecto Rios, foi possível até ao momento criar uma rede de grupos, de responsáveis por cada grupo, de monitores e de parceiros, promovendo, em conjunto, a conservação e adopção de diferentes troços de rios que é constituída por: 211 Grupos inscritos de 77municípios (de Norte a Sul); 162 Escolas da rede pública e privada, do pré-escolar ao nível secundário; várias Associações ou Grupos organizados; Autarquias; Ecoclubes; Famílias, Empresas e grupos de amigos. Actualmente estão formados 228 Monitores do Projecto Rios em 14 cursos. As linhas de água adoptadas são maioritariamente da tipologia de rios e ribeiras (cerca de 90%) e em menor numero canais, valas, lagoa, ria, barranco.

Para a concretização do processo de adopção de uma linha de água é necessário elaborar um planto de actividades, , que passam por conhecer o rio com duas visitas anuais e uma acção de melhoria e inscrever-se no site (www.projectoris.org). Esta última actividade deve estar de acordo com disponibilidade de tempo e espaço para a concretizar, estas podem ser: realização de um poster com fotografias das saídas de campo; adaptação de uma letra a uma música no âmbito dos rios; realizar uma exposição ou palestra na escola com a temática dos recursos fluviais, realizar um vídeo com entrevistas a pessoas acerca do estado actual da linha de água, fazer um conto ou uma história que tenha ocorrido no rio; recolher fotografias antigas; realizar postais da biodiversidade do rio adoptado e etc.

O envolvimento activo, numa perspectiva sustentável, quer da população escolar quer das autoridades, utilizando como metodologia o Projecto Rios, permite contribuir para uma sociedade responsável e activa na valorização e reabilitação das zonas ribeirinhas. È possível de forma activa concretizar o lema o “Projecto rios une pessoas e rios”.

Blog: http://projectorios.blogspot.com

Esta documentação foi cedida pelo aluno do Projecto Rios Pedro Teiga

quinta-feira, abril 21, 2011

Rio Sousa Projecto Rios, adoção de 500 metros de Rio

Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Projecto rios “adoção de 500 metros”

AARIS Associação dos Amigos do Rio Sousa em Lousada no percurso didático, num troço do Rio Sousa no dia 18 de Abril, integrado na comemoração do dia internacional dos monumentos e sítios, cujo tema era “projecto rios”, adoção de 500 metros de rio.

Conhecer o rio, ver e analisar, quantidade e qualidade da água, fauna, flora, património construído e árvores patrimoniais.

Como um rio, que nasce

de outros, saber seguir

Junto com outros sendo

e noutros se prolongando

e construir o encontro

com águas grandes

do oceano sem fim.

Trecho do poema de Thiago de Melo

Caminhar pelo rio é obter conhecimento do estado de saúde da água, do ar, dos solos , da vida animal e vegetal. Ver com olhos de ver, apalpar, colher amostras, preencher as fichas é ter um conceito alargado do património que também é a água viva. Todos podemos construir um mundo melhor se percorrermos as margens dos rios, ribeiras linhas de água, canais, lagos e até o mar. Olhando o meio ambiente que muitos conspurcam, aliviar as margens, retirar objectos plásticos, vidros, pneus, materiais ferrosos, tratar da flora plantando árvores para segurar as terras no leito de cheias e protegendo a erosão. Se não cortarem as árvores junto do rio e se plantar mais salgueiros, freixo, vimieiros, junco, choupo, as videiras tal como no passado, por as pontes limpas os açudes arranjados os moinhos a funcionar mesmo que seja para produzir energia elétrica, as margens desimpedidas das vedações e muros das casas e quintas, o espaço o espaço de 10 metros laterais de cada lado livre para se poder circular, de acordo com a lei da água, a nossa vida no mundo, torna-se muito melhor com estas ações .

Pensar em adotar 500 metros de rio é ter gosto pela natureza e são só preciso 4 pessoas apenas. Não é nada do outro mundo, vamos juntar as massas humanas para tomar conta dos rios Sousa, Mesio, Cavalum, Ferreira e todos seus afluentes mesmo que seja uma linha de água.

O sonho é ver as formas invisíveis

Da distância imprecisa, e como sensível

Movimentos de esperança e de vontade,

Buscar na linha fria do horizonte

A árvore, a praia, a flor, a ave a fonte —

Os beijos merecidos da Verdade

Fernando Pessoa

Gostei da prova, vamos tratar dos kits e vamos iniciar os contactos. Parabéns CMLousada pela vinda do técnico eng. Pedro Teiga demonstrar o que se deve fazer, para manter o património ÁGUA o melhor possível para a vida.

“AARIS” Associação dos Amigos do Rio Sousa

Napoleão Monteiro

quarta-feira, abril 13, 2011

Caminhada Cultural em Lamego

16 de Abril de 2011

 

Programa

  • 10h00 - Chegada ao Largo da Sé
  • 10h15 - Visita guiada pelo Sr. Bispo da Diocese de Lamego, D. Jacinto Tomás Botelho, à Sé Catedral
  • 11h00 - Visita guiada ao Museu de Lamego
  • 11h45 - Visita guiada ao Bairro e Castelo de Lamego
  • 12h30 - Visita guiada à Igreja de Almacave
  • 13h00 - Almoço livre
  • 14h30 - Caminhada ao Balsemão
  • 19h00 - Jantar no Restaurante Paixão

Sobre Lamego

Lamego emana história, antiguidade e património. Percorrer as suas ruas e avenidas é trilhar pedras e recantos que testemunham lutas e guerras, que recordam o seu resgate por Júlio César no ano 60 A.C. para que se elevasse a cidade no século IV.

Cidade impregnada de história, encerra em si testemunhos vivos do domínio visigótico, das ocupações árabes e cristãs. Nos edifícios Afonsinos, nos solares e casas brasonadas, nas igrejas, mosteiros e capelas, subsiste uma confluência de estilos: românico, gótico, renascentista e barroco.

Mas o esplendor máximo da cidade é, sem dúvida, o majestoso Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Em Setembro, dia e noite, Lamego vive intensamente a celebração da Romaria à sua padroeira. A cidade fervilha de emoções, acontecimentos culturais e religiosos: procissões, desfiles, folclore e muito, muito fogo-de-artíficio, bombos e bandas de música, que todos os dias levam a festa às ruas da cidade.

Lamego é um lugar incontornável para quem visita o Douro Sul. Uma das primeiras cidades a tornar-se sede de bispado, foi igualmente pioneira, no século XVI, na exportação do Vinho do Porto para os mercados ingleses. A deliciosa gastronomia de mil segredos e sabores atrai pelas suas iguarias. A doçaria conventual tem a sua expressão máxima nos bolos e doces, outrora confeccionados pelas mãos de exímias freiras. E o seu artesanato rico e diversificado é uma herança de arte e engenho perpetuada por gerações e gerações de lamecenses que ainda hoje trabalham as matérias-primas da natureza, transformando-as em objectos e utensílios do seu quotidiano.

Os inúmeros visitantes e turistas que durante todo o ano visitam a cidade são recebidos com simpatia e hospitalidade pelos seus habitantes e acolhidos em modernas unidades de alojamento. Encontram história, tradição e uma forte herança cultural, mas também variadíssimos programas de lazer e desporto ao ar livre, graças às excelentes condições naturais para a prática de actividades desportivas, radicais e fluviais como pesca e canoagem nas águas límpidas dos rios Douro, Varosa e Balsemão.

A Sé de Lamego, foi fundada em 1129. É uma catedral gótica, mantém a torre quadrada original, mas o resto da arquitectura reflecte as modificações feitas nos séculos XVI e XVIII, incluindo um claustro renascentista com uma dúzia de arcos bem proporcionados.

No século XII, após a restauração da diocese de Lamego, iniciou-se a edificação de um templo maior. A sua localização efectivou-se no Rossio de Lamego, na zona baixa da futura urbe, e iniciou-se no ano de 1159. Sagrada em 1175 a Santa Maria e a S. Sebastião, a provável conclusão da Sé só viria a acontecer em 1191. Contudo, as várias idades da História encarregaram-se de alterar, significativamente, o seu perfil românico original.

 

A Sé abre-se para um amplo adro lajeado, obra do século XVIII, com a fachada marcada pela robusta torre remodelada em Setecentos.

A fachada principal do templo foi reconstruída no reinado de D. Manuel I, combinando as formas do gótico flamejante e o tímido eclodir de algumas formas da Renascença. Com efeito, esta renovação da Sé episcopal começa no século XV e prolonga-se pelo seguinte. A campanha de obras da fachada realizou-se entre 1508 e 1515, de acordo com os planos do arquitecto João Lopes. No piso térreo rasgam-se três portais ogivais, com o central de maiores dimensões, constituídos por diversas arquivoltas assentes em colunelos, decorados com esculturinhas de motivos vegetalistas e zoomórficos. Acima destes abrem-se janelões góticos, com o central de dimensões monumentais e repartido por pétreas molduras curvas. Os três panos da fachada são divididos por quatro contrafortes e rematados superiormente por pináculos cogulhados.

Das diversas dependências que se prolongam a norte da fachada principal, é de destacar o antigo Paço dos Bispos, construção do Barroco setecentista e que é ocupado, desde 1917, pelo Museu de Lamego, onde se guardam algumas das melhores obras de arte da Sé e de outras casas religiosas da cidade.

O interior da catedral é repartido por três naves divididas em três tramos e cobertas por abóbadas de aresta, assentando em arcos de volta perfeita e grossos pilares. Os tectos foram pintados na primeira metade do século XVIII pelo pintor-arquitecto italiano Nicolau Nasoni, revelando perspectivadas composições do Barroco triunfante, com temática arquitectónica enquadrando episódios bíblicos. Nas naves laterais abrem-se diversos e sumptuosos altares barrocos. De grandes dimensões, a capela-mor foi reformulada no século XVIII, possuindo um retábulo dos finais de Setecentos combinando mármores e talha dourada, bem assim como um neoclássico cadeiral de alto espaldar. As janelas, portas, arcos e os seus dois órgãos são decorados por aparatosas estruturas de talha dourada. As capelas colaterais são modeladas por soberbas talhas retabulares barrocas, da autoria de João Garcia Lopes e realizadas em 1751. O altar principal do Santíssimo Sacramento possui um laborioso frontal de prata, obra de um ourives portuense e datada do terceiro quartel do século XVIII.

No coro alto pode admirar-se um belo cadeiral com pinturas, gracioso trabalho do Barroco do século XVIII. A iluminada sacristia contém um cenográfico Calvário com talha rocaille , obra de uma oficina regional e datada de 1757.

O equilibrado claustro catedralício é um empreendimento do século XVI, apresentando-se dividido em dois pisos, o primeiro formado por arcos de volta perfeita e o superior constituindo-se como galeria de colunas simples sustentando um alpendre.

Na planta inferior da crasta situam-se duas magníficas capelas. A dedicada a Santo António é revestida por altar de talha dourada e policromada, abrigando sagradas imagens seiscentistas. A Capela de São Nicolau, concluída em 1563, apresenta parte das paredes forradas com azulejos setecentistas alusivos à vida do santo e que são obra de uma oficina da capital. Possui ainda um harmonioso e movimentado retábulo de talha do século XVIII. Nesta capela quinhentista encontra-se sepultado D. Manuel de Noronha, um dos mais destacados bispos da diocese de Lamego.

Museu de Lamego - O Museu situa-se em pleno centro histórico da cidade de Lamego e está instalado no antigo Paço Episcopal, mandado reconstruir por D. Manuel de Vasconcelos Pereira, Bispo de Lamego entre 1773 e 1786. O edifício atrai pela sua singela fachada, bem ao sabor do barroco provincial, pouco dado às efusões plásticas então em voga, mas não abdicando de uma equilibrada grandiosidade, compatível com a dignidade eclesial do seu inquilino. O portal setecentista, de uma elegância contida, ostenta no topo o brasão do seu reconstrutor, ladeado por um corpo de janelas sobriamente decoradas, que se prolongam, superiormente, nas varandas com balaústres, ao gosto da época. D. Francisco José Ribeiro de Vieira e Brito, Bispo de Lamego entre 1901 e 1922, aqui pretendeu instalar um Museu de Arte Sacra, mas a Revolução de 1910 obrigou à suspensão dos trabalhos.

No ano seguinte, a Câmara Municipal de Lamego decidia a criação de um Museu Artístico, a partir de do espólio recolhido por este Prelado, o que só veio efectivamente a acontecer em 5 de Abril de 1917, por publicação em Diário do Governo (n.º 53, 1ª Série), com a denominação de Museu de obras de Arte, Arqueologia e Numismática, ainda com a instalação provisória no ex-Paço Episcopal. A característica mais notória da colecção do Museu de Lamego é, sem dúvida, o seu eclectismo, à semelhança do que sucede na maioria dos museus. O espólio primitivo de mobiliário, tapeçarias, escultura e pintura, que já se encontrava no Paço, foi complementado com ourivesaria, paramentaria, capelas e respectivas esculturas provenientes do extinto Convento das Chagas de Lamego, a que se acrescentou o acervo arqueológico que a Câmara Municipal e particulares cederam ao museu. Cronologicamente e do ponto de vista estilístico, esta colecção situa-se maioritariamente no século XVIII, sem prejuízo de, no seu todo, abranger um largo período que vai do século I aos nossos dias, com evidente realce para o período renascentista, onde as tapeçarias flamengas e a pintura de Vasco Fernandes assumem o estatuto de ex-libris do Museu.

O Museu de Lamego constitui uma importante referência artística e patrimonial no panorama regional, nacional, e mesmo internacional, pela excelência e singularidade de algumas das obras de arte que expõe, possuindo, actualmente, em regime de exposição permanente, secções de pintura (séculos XVI a XVIII); escultura (séculos XIII, XIV, XVII e XVIII), ourivesaria (séculos XV a XX), cerâmica e azulejaria (séculos XVI a XX), arqueologia (romana, medieval e barroca), capelas e altares (séculos XVII e XVIII), viaturas (séculos XVIII e XIX) e mobiliário (séculos XVII a XIX).

Castelo de Lamego - De arquitectura militar, românica e gótica, o castelo de Lamego foi construído numa montanha, adaptando-se à morfologia do terreno. A sua característica particular é o facto da cisterna se encontrar distante da alcáçova. Actualmente é delimitado por panos de muralhas e torreões, resistindo ainda a Torre de Menagem, do século XII, e a cisterna. A sua construção começou no séc. XIII, com o objectivo de proteger os moradores da cidade. No século XVII ergueu-se um nicho em honra de Nossa Senhora da Graça. Dois séculos mais tarde foi colocado um sino (executado por Mateus Gomes). Em 1920, é colocado um novo relógio na torre de menagem e retiram-se os sinos para a Igreja de Santa Maria de Almacave.

Igreja de Almacave - Construída próximo de uma necrópole árabe (macab - derivando daí o nome de Almacave), este templo religioso é uma construção românica (séc.XII), tendo sido profundamente alterado, especialmente no séc. XVII, como são testemunho os painéis de azulejos com motivos geométricos e vegetalistas, o púlpito e a talha dourada. Do primitivo românico é de salientar um belo pórtico de arco apontado e arquivoltas. No séc. XVIII, os altares foram enriquecidos com azulejos e talhas douradas. De realçar ainda, no seu interior - de nave única - sem transepto e com capela-mor, os azulejos das paredes e do coro; o púlpito construído em 1600 e as esculturas de S. José e de Santo António, em madeira estofada do século XVIII. Reza a história que terá sido na Igreja de Santa Maria de Almacave que se realizaram as primeiras cortes do Reino de Portugal, corria o ano de 1143. Ainda hoje, a evocação desta assembleia, na qual terá sido aclamado e investido o primeiro Rei de Portugal D. Afonso Henriques, é um dos símbolos do passado histórico de Lamego.

Capela de S. Pedro de Balsemão - Construída em época visigótica, sec. VII, a pequena capela de São Pedro de Balsemão constitui um dos raros exemplos de arquitectura religiosa altimedieval actualmente conservados em território português. O templo foi substancialmente modificado ao longo dos tempos, como se comprova pela actual entrada Sul, barroca, e pela solução dada à fachada ocidental, onde se situaria a entrada principal, adossada a um edifício residencial bastante posterior datado dos sec. XVII/XVIII. Da primitiva edificação conserva-se a disposição geral do interior, de três naves separadas por séries de três arcos de volta perfeita assentes em capitéis coríntios, talvez aproveitamento de colunas e capiteis Romanos, e cabeceira com capela única quadrangular. Deste período destaca-se a abundante decoração de base geométrica, cuja profusão de elementos não encontra paralelo em nenhum outro monumento peninsular contemporâneo. No século X, em pleno processo de repovoamento, a igreja foi objecto de uma renovação, ainda mal conhecida, mas cujos dados apontam para uma manutenção geral das estruturas já existentes.

Durante a Baixa Idade Média a Capela passou para a posse do bispo do Porto, D. Afonso Pires, que aí se fez sepultar num túmulo gótico no final do sec. XIV, e cuja qualidade plástica está patente no grupo escultórico do Calvário na testeira. Já no século XVIII a Capela foi aproveitada para panteão da família que detinha estas terras e, mais recentemente, na primeira metade do século XX, procedeu-se ao primeiro restauro do monumento. Actualmente esta pequena igreja basilical disputa com 3 outros templos, de norte a sul do pais, o titulo de templo Cristão mais antigo do país.

Sobre a Caminhada

No percurso/caminhada do Balsemão, o contacto entre granitos e xistos evidencia a riqueza geológica desta zona. As escarpas rochosas das margens do Rio Varosa são de uma beleza extraordinária. Nestas, a águia-de-asa-redonda labuta na construção de ninhos e alimenta-se de pequenas aves e mamíferos. As vinhas e os olivais predominam nesta região, onde também se podem observar espécies invasoras, como a cana-comum e a mimosa. Os silvados abundam no seio de giestas e de estevas. O pilriteiro e o medronheiro são plantas arbustivas existentes nas margens do Rio Varosa. Com as suas bagas vermelhas, propiciam imagens de formosura ímpar. Freixos e amieiros, plantas arbóreas, e rosmaninho, planta aromática, crescem com facilidade, pois o rio proporciona-lhes a água de que necessitam.

Pequeno percurso, paisagem deslumbrante, com cerca de 9 Km e com grau de dificuldade média. Piso de alcatrão, calçada portuguesa, terra batida e paralelo.

Conselhos Gerais ao Caminheiro

Por vezes existe alguma dificuldade em escolher o vestuário adequado para as actividades de Outdoor (ao ar livre), pois existem diversos factores que nem sempre são controlados ou do conhecimento dos praticantes.

Alguns conselhos/informações gerais.

A experiência torna-se então um aspecto importante.

1- Vestir de modo a não ter calor ou frio;
2- Estar preparado para o vento e chuva;
3- Estudar a natureza do percurso (montanha, no litoral, floresta, etc);
4- Ponderar a distância e a duração do percurso e em função disso levar mais ou menos vestuário.

Tipo de Vestuário:

1- O vestuário deve ser transpirável e facilitar os movimentos;
2- As zonas do corpo mais exposta devem ser cobertas com material mais resistente e leve;
3- O vestuário deve permitir a ventilação, sobretudo nas costas, axilas, punhos e pescoço.

Vestuário - Calçado:

A escolha do calçado depende do tipo de percurso e da época do ano.
As botas de Trekking polivalente são as mais indicadas.
As botas não devem ser apertadas pois dificultam a circulação.
Devem ser moldadas antes de serem utilizadas a sério.
A pele deve ser impermeável e a sola deve absorver os impactos.

Equipamento

  • Mochila (ergonómica e se possível com reservatório de água)
  • Gorro/boné impermeável
  • Bastão de caminhada
  • Óculos
  • Canivete Multi-Funções
  • Kit 1º Socorros

Equipamento de Orientação

Alimentação

Não deve nunca faltar água e alguma comida.
A alimentação deve ser ajustada em função das características do percurso e da época do ano.
Levar água (quente, num termo, se for Inverno);
Levar alimentos práticos e energéticos;
Alimentos liofilizados.

Conselhos Úteis

  • Evite usar calçado novo nas caminhadas;
  • Use roupa leve e adequada à estação do ano e às condições do tempo;
  • Transporte sempre comida e água na mochila;
  • Leve máquina fotográfica;
  • Evite andar sozinho;
  • Avise familiares e amigos para onde vai fazer estas actividades;
  • Leve sempre roupa de forma a poder jogar com as peças;
  • Faça percursos adequados ao seu nível de preparação.

Caminhar pode fazer verdadeiros milagres pela sua saúde. Esta é a opinião generalizada de médicos, professores de educação física e profissionais de saúde, que cada vez mais aconselham a combater o sedentarismo típico das cidades, fazendo uma ou mais actividades físicas regularmente.

16 de Abril

Programa

19h00 - Jantar no Restaurante Paixão

Aperitivos

Bolinhos de bacalhau, rissóis de carne, rissóis de camarão, bola de carne, bola de bacalhau, croquetes, caprichos do mar, queijo e presunto.

Jantar

Sopa de legumes, Espeto de carne mista com batata frita, arroz e feijão preto.

Bebidas

Vinho branco e tinto da região do Douro e refrigerantes.

Sobremesa

Natas do céu, salada de frutas, fruta ou pudim caseiro.

Café ou chá

Preço por pessoa: 10.00 Euros

Inscrições: TLM 96 8013140; 91 9552233