quinta-feira, abril 21, 2011

Rio Sousa Projecto Rios, adoção de 500 metros de Rio

Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Lousada projeto rios2011, adote 500 metros fotos Napoleão Monteiro Projecto rios “adoção de 500 metros”

AARIS Associação dos Amigos do Rio Sousa em Lousada no percurso didático, num troço do Rio Sousa no dia 18 de Abril, integrado na comemoração do dia internacional dos monumentos e sítios, cujo tema era “projecto rios”, adoção de 500 metros de rio.

Conhecer o rio, ver e analisar, quantidade e qualidade da água, fauna, flora, património construído e árvores patrimoniais.

Como um rio, que nasce

de outros, saber seguir

Junto com outros sendo

e noutros se prolongando

e construir o encontro

com águas grandes

do oceano sem fim.

Trecho do poema de Thiago de Melo

Caminhar pelo rio é obter conhecimento do estado de saúde da água, do ar, dos solos , da vida animal e vegetal. Ver com olhos de ver, apalpar, colher amostras, preencher as fichas é ter um conceito alargado do património que também é a água viva. Todos podemos construir um mundo melhor se percorrermos as margens dos rios, ribeiras linhas de água, canais, lagos e até o mar. Olhando o meio ambiente que muitos conspurcam, aliviar as margens, retirar objectos plásticos, vidros, pneus, materiais ferrosos, tratar da flora plantando árvores para segurar as terras no leito de cheias e protegendo a erosão. Se não cortarem as árvores junto do rio e se plantar mais salgueiros, freixo, vimieiros, junco, choupo, as videiras tal como no passado, por as pontes limpas os açudes arranjados os moinhos a funcionar mesmo que seja para produzir energia elétrica, as margens desimpedidas das vedações e muros das casas e quintas, o espaço o espaço de 10 metros laterais de cada lado livre para se poder circular, de acordo com a lei da água, a nossa vida no mundo, torna-se muito melhor com estas ações .

Pensar em adotar 500 metros de rio é ter gosto pela natureza e são só preciso 4 pessoas apenas. Não é nada do outro mundo, vamos juntar as massas humanas para tomar conta dos rios Sousa, Mesio, Cavalum, Ferreira e todos seus afluentes mesmo que seja uma linha de água.

O sonho é ver as formas invisíveis

Da distância imprecisa, e como sensível

Movimentos de esperança e de vontade,

Buscar na linha fria do horizonte

A árvore, a praia, a flor, a ave a fonte —

Os beijos merecidos da Verdade

Fernando Pessoa

Gostei da prova, vamos tratar dos kits e vamos iniciar os contactos. Parabéns CMLousada pela vinda do técnico eng. Pedro Teiga demonstrar o que se deve fazer, para manter o património ÁGUA o melhor possível para a vida.

“AARIS” Associação dos Amigos do Rio Sousa

Napoleão Monteiro

quarta-feira, abril 13, 2011

Caminhada Cultural em Lamego

16 de Abril de 2011

 

Programa

  • 10h00 - Chegada ao Largo da Sé
  • 10h15 - Visita guiada pelo Sr. Bispo da Diocese de Lamego, D. Jacinto Tomás Botelho, à Sé Catedral
  • 11h00 - Visita guiada ao Museu de Lamego
  • 11h45 - Visita guiada ao Bairro e Castelo de Lamego
  • 12h30 - Visita guiada à Igreja de Almacave
  • 13h00 - Almoço livre
  • 14h30 - Caminhada ao Balsemão
  • 19h00 - Jantar no Restaurante Paixão

Sobre Lamego

Lamego emana história, antiguidade e património. Percorrer as suas ruas e avenidas é trilhar pedras e recantos que testemunham lutas e guerras, que recordam o seu resgate por Júlio César no ano 60 A.C. para que se elevasse a cidade no século IV.

Cidade impregnada de história, encerra em si testemunhos vivos do domínio visigótico, das ocupações árabes e cristãs. Nos edifícios Afonsinos, nos solares e casas brasonadas, nas igrejas, mosteiros e capelas, subsiste uma confluência de estilos: românico, gótico, renascentista e barroco.

Mas o esplendor máximo da cidade é, sem dúvida, o majestoso Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Em Setembro, dia e noite, Lamego vive intensamente a celebração da Romaria à sua padroeira. A cidade fervilha de emoções, acontecimentos culturais e religiosos: procissões, desfiles, folclore e muito, muito fogo-de-artíficio, bombos e bandas de música, que todos os dias levam a festa às ruas da cidade.

Lamego é um lugar incontornável para quem visita o Douro Sul. Uma das primeiras cidades a tornar-se sede de bispado, foi igualmente pioneira, no século XVI, na exportação do Vinho do Porto para os mercados ingleses. A deliciosa gastronomia de mil segredos e sabores atrai pelas suas iguarias. A doçaria conventual tem a sua expressão máxima nos bolos e doces, outrora confeccionados pelas mãos de exímias freiras. E o seu artesanato rico e diversificado é uma herança de arte e engenho perpetuada por gerações e gerações de lamecenses que ainda hoje trabalham as matérias-primas da natureza, transformando-as em objectos e utensílios do seu quotidiano.

Os inúmeros visitantes e turistas que durante todo o ano visitam a cidade são recebidos com simpatia e hospitalidade pelos seus habitantes e acolhidos em modernas unidades de alojamento. Encontram história, tradição e uma forte herança cultural, mas também variadíssimos programas de lazer e desporto ao ar livre, graças às excelentes condições naturais para a prática de actividades desportivas, radicais e fluviais como pesca e canoagem nas águas límpidas dos rios Douro, Varosa e Balsemão.

A Sé de Lamego, foi fundada em 1129. É uma catedral gótica, mantém a torre quadrada original, mas o resto da arquitectura reflecte as modificações feitas nos séculos XVI e XVIII, incluindo um claustro renascentista com uma dúzia de arcos bem proporcionados.

No século XII, após a restauração da diocese de Lamego, iniciou-se a edificação de um templo maior. A sua localização efectivou-se no Rossio de Lamego, na zona baixa da futura urbe, e iniciou-se no ano de 1159. Sagrada em 1175 a Santa Maria e a S. Sebastião, a provável conclusão da Sé só viria a acontecer em 1191. Contudo, as várias idades da História encarregaram-se de alterar, significativamente, o seu perfil românico original.

 

A Sé abre-se para um amplo adro lajeado, obra do século XVIII, com a fachada marcada pela robusta torre remodelada em Setecentos.

A fachada principal do templo foi reconstruída no reinado de D. Manuel I, combinando as formas do gótico flamejante e o tímido eclodir de algumas formas da Renascença. Com efeito, esta renovação da Sé episcopal começa no século XV e prolonga-se pelo seguinte. A campanha de obras da fachada realizou-se entre 1508 e 1515, de acordo com os planos do arquitecto João Lopes. No piso térreo rasgam-se três portais ogivais, com o central de maiores dimensões, constituídos por diversas arquivoltas assentes em colunelos, decorados com esculturinhas de motivos vegetalistas e zoomórficos. Acima destes abrem-se janelões góticos, com o central de dimensões monumentais e repartido por pétreas molduras curvas. Os três panos da fachada são divididos por quatro contrafortes e rematados superiormente por pináculos cogulhados.

Das diversas dependências que se prolongam a norte da fachada principal, é de destacar o antigo Paço dos Bispos, construção do Barroco setecentista e que é ocupado, desde 1917, pelo Museu de Lamego, onde se guardam algumas das melhores obras de arte da Sé e de outras casas religiosas da cidade.

O interior da catedral é repartido por três naves divididas em três tramos e cobertas por abóbadas de aresta, assentando em arcos de volta perfeita e grossos pilares. Os tectos foram pintados na primeira metade do século XVIII pelo pintor-arquitecto italiano Nicolau Nasoni, revelando perspectivadas composições do Barroco triunfante, com temática arquitectónica enquadrando episódios bíblicos. Nas naves laterais abrem-se diversos e sumptuosos altares barrocos. De grandes dimensões, a capela-mor foi reformulada no século XVIII, possuindo um retábulo dos finais de Setecentos combinando mármores e talha dourada, bem assim como um neoclássico cadeiral de alto espaldar. As janelas, portas, arcos e os seus dois órgãos são decorados por aparatosas estruturas de talha dourada. As capelas colaterais são modeladas por soberbas talhas retabulares barrocas, da autoria de João Garcia Lopes e realizadas em 1751. O altar principal do Santíssimo Sacramento possui um laborioso frontal de prata, obra de um ourives portuense e datada do terceiro quartel do século XVIII.

No coro alto pode admirar-se um belo cadeiral com pinturas, gracioso trabalho do Barroco do século XVIII. A iluminada sacristia contém um cenográfico Calvário com talha rocaille , obra de uma oficina regional e datada de 1757.

O equilibrado claustro catedralício é um empreendimento do século XVI, apresentando-se dividido em dois pisos, o primeiro formado por arcos de volta perfeita e o superior constituindo-se como galeria de colunas simples sustentando um alpendre.

Na planta inferior da crasta situam-se duas magníficas capelas. A dedicada a Santo António é revestida por altar de talha dourada e policromada, abrigando sagradas imagens seiscentistas. A Capela de São Nicolau, concluída em 1563, apresenta parte das paredes forradas com azulejos setecentistas alusivos à vida do santo e que são obra de uma oficina da capital. Possui ainda um harmonioso e movimentado retábulo de talha do século XVIII. Nesta capela quinhentista encontra-se sepultado D. Manuel de Noronha, um dos mais destacados bispos da diocese de Lamego.

Museu de Lamego - O Museu situa-se em pleno centro histórico da cidade de Lamego e está instalado no antigo Paço Episcopal, mandado reconstruir por D. Manuel de Vasconcelos Pereira, Bispo de Lamego entre 1773 e 1786. O edifício atrai pela sua singela fachada, bem ao sabor do barroco provincial, pouco dado às efusões plásticas então em voga, mas não abdicando de uma equilibrada grandiosidade, compatível com a dignidade eclesial do seu inquilino. O portal setecentista, de uma elegância contida, ostenta no topo o brasão do seu reconstrutor, ladeado por um corpo de janelas sobriamente decoradas, que se prolongam, superiormente, nas varandas com balaústres, ao gosto da época. D. Francisco José Ribeiro de Vieira e Brito, Bispo de Lamego entre 1901 e 1922, aqui pretendeu instalar um Museu de Arte Sacra, mas a Revolução de 1910 obrigou à suspensão dos trabalhos.

No ano seguinte, a Câmara Municipal de Lamego decidia a criação de um Museu Artístico, a partir de do espólio recolhido por este Prelado, o que só veio efectivamente a acontecer em 5 de Abril de 1917, por publicação em Diário do Governo (n.º 53, 1ª Série), com a denominação de Museu de obras de Arte, Arqueologia e Numismática, ainda com a instalação provisória no ex-Paço Episcopal. A característica mais notória da colecção do Museu de Lamego é, sem dúvida, o seu eclectismo, à semelhança do que sucede na maioria dos museus. O espólio primitivo de mobiliário, tapeçarias, escultura e pintura, que já se encontrava no Paço, foi complementado com ourivesaria, paramentaria, capelas e respectivas esculturas provenientes do extinto Convento das Chagas de Lamego, a que se acrescentou o acervo arqueológico que a Câmara Municipal e particulares cederam ao museu. Cronologicamente e do ponto de vista estilístico, esta colecção situa-se maioritariamente no século XVIII, sem prejuízo de, no seu todo, abranger um largo período que vai do século I aos nossos dias, com evidente realce para o período renascentista, onde as tapeçarias flamengas e a pintura de Vasco Fernandes assumem o estatuto de ex-libris do Museu.

O Museu de Lamego constitui uma importante referência artística e patrimonial no panorama regional, nacional, e mesmo internacional, pela excelência e singularidade de algumas das obras de arte que expõe, possuindo, actualmente, em regime de exposição permanente, secções de pintura (séculos XVI a XVIII); escultura (séculos XIII, XIV, XVII e XVIII), ourivesaria (séculos XV a XX), cerâmica e azulejaria (séculos XVI a XX), arqueologia (romana, medieval e barroca), capelas e altares (séculos XVII e XVIII), viaturas (séculos XVIII e XIX) e mobiliário (séculos XVII a XIX).

Castelo de Lamego - De arquitectura militar, românica e gótica, o castelo de Lamego foi construído numa montanha, adaptando-se à morfologia do terreno. A sua característica particular é o facto da cisterna se encontrar distante da alcáçova. Actualmente é delimitado por panos de muralhas e torreões, resistindo ainda a Torre de Menagem, do século XII, e a cisterna. A sua construção começou no séc. XIII, com o objectivo de proteger os moradores da cidade. No século XVII ergueu-se um nicho em honra de Nossa Senhora da Graça. Dois séculos mais tarde foi colocado um sino (executado por Mateus Gomes). Em 1920, é colocado um novo relógio na torre de menagem e retiram-se os sinos para a Igreja de Santa Maria de Almacave.

Igreja de Almacave - Construída próximo de uma necrópole árabe (macab - derivando daí o nome de Almacave), este templo religioso é uma construção românica (séc.XII), tendo sido profundamente alterado, especialmente no séc. XVII, como são testemunho os painéis de azulejos com motivos geométricos e vegetalistas, o púlpito e a talha dourada. Do primitivo românico é de salientar um belo pórtico de arco apontado e arquivoltas. No séc. XVIII, os altares foram enriquecidos com azulejos e talhas douradas. De realçar ainda, no seu interior - de nave única - sem transepto e com capela-mor, os azulejos das paredes e do coro; o púlpito construído em 1600 e as esculturas de S. José e de Santo António, em madeira estofada do século XVIII. Reza a história que terá sido na Igreja de Santa Maria de Almacave que se realizaram as primeiras cortes do Reino de Portugal, corria o ano de 1143. Ainda hoje, a evocação desta assembleia, na qual terá sido aclamado e investido o primeiro Rei de Portugal D. Afonso Henriques, é um dos símbolos do passado histórico de Lamego.

Capela de S. Pedro de Balsemão - Construída em época visigótica, sec. VII, a pequena capela de São Pedro de Balsemão constitui um dos raros exemplos de arquitectura religiosa altimedieval actualmente conservados em território português. O templo foi substancialmente modificado ao longo dos tempos, como se comprova pela actual entrada Sul, barroca, e pela solução dada à fachada ocidental, onde se situaria a entrada principal, adossada a um edifício residencial bastante posterior datado dos sec. XVII/XVIII. Da primitiva edificação conserva-se a disposição geral do interior, de três naves separadas por séries de três arcos de volta perfeita assentes em capitéis coríntios, talvez aproveitamento de colunas e capiteis Romanos, e cabeceira com capela única quadrangular. Deste período destaca-se a abundante decoração de base geométrica, cuja profusão de elementos não encontra paralelo em nenhum outro monumento peninsular contemporâneo. No século X, em pleno processo de repovoamento, a igreja foi objecto de uma renovação, ainda mal conhecida, mas cujos dados apontam para uma manutenção geral das estruturas já existentes.

Durante a Baixa Idade Média a Capela passou para a posse do bispo do Porto, D. Afonso Pires, que aí se fez sepultar num túmulo gótico no final do sec. XIV, e cuja qualidade plástica está patente no grupo escultórico do Calvário na testeira. Já no século XVIII a Capela foi aproveitada para panteão da família que detinha estas terras e, mais recentemente, na primeira metade do século XX, procedeu-se ao primeiro restauro do monumento. Actualmente esta pequena igreja basilical disputa com 3 outros templos, de norte a sul do pais, o titulo de templo Cristão mais antigo do país.

Sobre a Caminhada

No percurso/caminhada do Balsemão, o contacto entre granitos e xistos evidencia a riqueza geológica desta zona. As escarpas rochosas das margens do Rio Varosa são de uma beleza extraordinária. Nestas, a águia-de-asa-redonda labuta na construção de ninhos e alimenta-se de pequenas aves e mamíferos. As vinhas e os olivais predominam nesta região, onde também se podem observar espécies invasoras, como a cana-comum e a mimosa. Os silvados abundam no seio de giestas e de estevas. O pilriteiro e o medronheiro são plantas arbustivas existentes nas margens do Rio Varosa. Com as suas bagas vermelhas, propiciam imagens de formosura ímpar. Freixos e amieiros, plantas arbóreas, e rosmaninho, planta aromática, crescem com facilidade, pois o rio proporciona-lhes a água de que necessitam.

Pequeno percurso, paisagem deslumbrante, com cerca de 9 Km e com grau de dificuldade média. Piso de alcatrão, calçada portuguesa, terra batida e paralelo.

Conselhos Gerais ao Caminheiro

Por vezes existe alguma dificuldade em escolher o vestuário adequado para as actividades de Outdoor (ao ar livre), pois existem diversos factores que nem sempre são controlados ou do conhecimento dos praticantes.

Alguns conselhos/informações gerais.

A experiência torna-se então um aspecto importante.

1- Vestir de modo a não ter calor ou frio;
2- Estar preparado para o vento e chuva;
3- Estudar a natureza do percurso (montanha, no litoral, floresta, etc);
4- Ponderar a distância e a duração do percurso e em função disso levar mais ou menos vestuário.

Tipo de Vestuário:

1- O vestuário deve ser transpirável e facilitar os movimentos;
2- As zonas do corpo mais exposta devem ser cobertas com material mais resistente e leve;
3- O vestuário deve permitir a ventilação, sobretudo nas costas, axilas, punhos e pescoço.

Vestuário - Calçado:

A escolha do calçado depende do tipo de percurso e da época do ano.
As botas de Trekking polivalente são as mais indicadas.
As botas não devem ser apertadas pois dificultam a circulação.
Devem ser moldadas antes de serem utilizadas a sério.
A pele deve ser impermeável e a sola deve absorver os impactos.

Equipamento

  • Mochila (ergonómica e se possível com reservatório de água)
  • Gorro/boné impermeável
  • Bastão de caminhada
  • Óculos
  • Canivete Multi-Funções
  • Kit 1º Socorros

Equipamento de Orientação

Alimentação

Não deve nunca faltar água e alguma comida.
A alimentação deve ser ajustada em função das características do percurso e da época do ano.
Levar água (quente, num termo, se for Inverno);
Levar alimentos práticos e energéticos;
Alimentos liofilizados.

Conselhos Úteis

  • Evite usar calçado novo nas caminhadas;
  • Use roupa leve e adequada à estação do ano e às condições do tempo;
  • Transporte sempre comida e água na mochila;
  • Leve máquina fotográfica;
  • Evite andar sozinho;
  • Avise familiares e amigos para onde vai fazer estas actividades;
  • Leve sempre roupa de forma a poder jogar com as peças;
  • Faça percursos adequados ao seu nível de preparação.

Caminhar pode fazer verdadeiros milagres pela sua saúde. Esta é a opinião generalizada de médicos, professores de educação física e profissionais de saúde, que cada vez mais aconselham a combater o sedentarismo típico das cidades, fazendo uma ou mais actividades físicas regularmente.

16 de Abril

Programa

19h00 - Jantar no Restaurante Paixão

Aperitivos

Bolinhos de bacalhau, rissóis de carne, rissóis de camarão, bola de carne, bola de bacalhau, croquetes, caprichos do mar, queijo e presunto.

Jantar

Sopa de legumes, Espeto de carne mista com batata frita, arroz e feijão preto.

Bebidas

Vinho branco e tinto da região do Douro e refrigerantes.

Sobremesa

Natas do céu, salada de frutas, fruta ou pudim caseiro.

Café ou chá

Preço por pessoa: 10.00 Euros

Inscrições: TLM 96 8013140; 91 9552233

segunda-feira, abril 11, 2011

AARIS na caminhada em Boelhe no património rural e paisagísticolocais.

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Boelhe freguesia de Penafiel hoje dia 10 de Abril foi rica de atividades desportivas, a 2ª caminhada à descoberta do património rural e paisagístico, arrastando mais de centena e meia de pessoas pela montanha de Boelhe terra do românico, até ao ponto mais alto, o marco geodésico que divide as freguesias de Boelhe, Perozelo e Cabeça Santa. No final da caminhada o lanche bem esperado, à mistura com a comemoração de aniversários de três pessoas e as atividades desportivos do esticar da corda e seu jogo, assim como o retrato da família de Bolhe e a simulação de acidente, uma demonstração de como Caminhada em Boelhe 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada em Boelhe 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada em Boelhe 2011 Imagens de Napoleão Monteiro Caminhada em Boelhe 2011 Imagens de Napoleão Monteiro socorrer alguém que se possa sentiu mal, ou seja, sugestões de acidentes, como prevenir. A prevenção, foi algo para e refleção, ensaio e outras de foro cardiovasculares, ensinamento de colocar garrotes e demais. Os caminheiros gostaram, ninguém de aleijou e esta lição leva a que para o próximo ano se continua com atividade destas, uma vez fazer parte da obtenção de uma melhor preparação física das pessoa, na obtenção de melhor saúde. Executivo da junta e seu Presidente Avelino Silva e equipa de Jovens mostraram os conhecimentos musicais, seus dotes de violas e acordeão pelas matas de Boelhe e Sr. João Soares pessoa culta na história das terras de Boelhe, que nos acompanhou e foi informando sobre o decorrer da caminhada de Boelhe, do moinho e outros Visita à mostra de artes e cultura "Pintar Boelhe", tem levado a efeito, anualmente, o evento “Pintar Boelhe”, procurando dinamizar as artes e a cultura, aliando o património e o meio ao bem receber característico das nossas gentes. A 3ª edição, além das exposições de trabalhos e obras,  distinguirá a artista Maria do Carmo Azevedo e homenageará a jovem autora/escritora Andreia Camilo.a decorrer nos dias 15, 16 e 17 de Abril. (Re)Abertura à comunidade do Moinho Cisterna do Passal Paroquial de Boelhe.
Quem é Andreia Camilo!... É uma lutadora, teve vontade de escrever e assim o fez. Portadora de paralisia cerebral, doença que não a impediu de levar a sua vontade a enfrentar as bancas da cultura. Andreia vai apresentar o livro, cujo lema e os seus objectivos foi nunca desistir por mais difíceis que estes se possam tornar. Um convite a todas a pessoas dia 17 às 17 horas Igreja de Boelhe. Parabéns Andreia.

Em Abril: a 2ª caminhada à descoberta do Património Rural e Paisagístico, a 3ª edição da mostra de artes e cultura “Pintar Boelhe”, a “Feirinha da Páscoa”, o pão-de-ló e lembranças preparadas pela Comunidade Educativa, as solenidades da Semana Santa e o Domingo de Páscoa: reúna a família, pelo convívio e lazer, em comunidade.

Em Abril, Boelhe (com)vida!

AARIS /NM

domingo, março 06, 2011

Caminhada Mangualde APDVBestança e AARIS

 

Caminhada em Mangualde

12 de Março de 2011

Por caminhos "abandonados", desde o Santuário de Nª Srªdo Castelo à Barragem de Fagilde e nas margens do Rio Dão... com perfume de mimosas floridas.

O Núcleo de Coimbra da ADV Bestança, nas pessoas do António Santos, Celso Neto, Manel Rodrigues e Rui Ardérius, leva a cabo uma caminhada em Mangualde num percurso bem diferenciado, desde a Srª do Castelo, até à lindíssima albufeira da Barragem de Fagilde no rio Dão.

 

Programa

  • 09h30 -- Concentração no Santuário de Nª Sª do Castelo de Mangualde.
  • 09h45 -- Briefing
  • 10h00 -- Início da caminhada
  • 13h00 horas -- Almoço nas imediações da Barragem de Fagilde. (Instalações do Bar do Rio)
  • 14h30 horas -- Reinício da Caminhada
  • 17h00 horas -- Chegada prevista a casa do António, para banhos e perfumes e "aquecimento" para o Jantar...
  • 19.00 -- Jantar

O percurso é de grau de dificuldade baixa/média e tem aproximadamente 20 Km. (estradão, caminhos e carreiros).

Inscrições

Inscrições até ao dia 10 Março (tlm 917619080. 968013140 e 917535075 )

O que deve trazer -- Para além do apropriado equipamento deve trazer almoço, (para o qual a organização providenciará o conveniente transporte). (No bar que nos acolhe podem adquirir alguns petiscos -- pica pau, chouriça assada, sandes, pregos, etc.)

Se ficar para jantar e se não for muita maçada traga um prato, talher e copo. Se achar conveniente traga uma muda de roupa, calçado, e toalha de banho.

Para chegar a Mangualde, qualquer GPS, ou até um vulgar mapa das Estradas, fará com que os interessados, cheguem a esta bonita cidade. A maneira mais fácil de chegar à Srª do Castelo, (que se vê em toda a zona de aproximação à cidade), será através do centro da cidade. onde o percurso até ao santuário está bem sinalizado.

Esta é uma iniciativa de lazer e divulgação paisagístico-cultural sem qualquer cariz lucrativo. A ADVB não se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam ocorrer aos participantes. Aconselha-se seguro pessoal para esta actividade.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Caminhada Ponte de Lima Presentes Hospital P.A. a AARIS

Ver em www.BESTANCA.COM

26 de Fevereiro 2011

Uma iniciativa do associado Joaquim Lindoro.

Programa

  • 10h00 -- Concentração na Praça de Camões, em Ponte de Lima, junto à ponte romana (estacionamento no areal, na margem do rio).
  • 10h15 -- Briefing e início da visita à Vila mais antiga de Portugal (circuito no centro histórico).
  • 11h00 -- Café na Praça de Camões.
  • 11h15 -- Travessia da ponte e caminhada na ecovia da margem direita do ri Lima, "o rio do esquecimento", até ao Paço de Bertiandos (4,2km).
  • 13h00 -- Picnic no Souto de Bertiandos, na margem do Rio Lima.
  • 14h30 -- Visita guiada por técnicos locais à área protegida das Lagoas/Bertiandos e apresentação áudio-visual no Centro de Interpretação Ambiental (3km).
  • 16h30 -- Caminhada de regresso à Vila, pela Ecovia, que tem outras cores ao fim da tarde. Possibilidade de regressar em bicicleta alugada no Centro de Interpretação Ambiental.
  • 19h00 - Jantar no restaurante "O Gaio".

Menu: Rojoões à moda do Minho ( arroz de sarrabulho para quem gostar)

Inscrições

  • Visita guiada: 2,5€
  • Aluguer de bicicleta (opcional ) - 2,00€
  • Jantar: 15,00€

Inscrição: 5,00€ não sócios
Sócios: isentos.

Grau de dificuldade: Média.

Inscrições até ao meio-dia de 25/2/2011.

Tel. 96 8013140/91 7535075.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

NO BESTANÇA NASCE UMA FLORESTA

Cinfães vale Bestança local da Reflorestação fev2011 fotos de Napoleão Monteiro Cinfães Vale Bestança Reflorestação fev 2011 fotos de Napoleão Monteiro Cinfães vale Bestança local da Reflorestação fev2011 fotos de Napoleão Monteiro Cinfães vale Bestança local da Reflorestação fev2011 fotos de Napoleão Monteiro Cinfães vale Bestança local da Reflorestação fev2011 fotos de Napoleão Monteiro

CINFÃES NO VALE DO BESTANÇA NASCE UMA FLORESTA

Foi numa contagiante alegria que a Associação para a Defesa do Vale do Bestança e a Associação de Promoção e Desenvolvimento da Freguesia de Tendais plantaram no sábado ( 12/2/2011 ) 1500 daS 3000 árvores ( carvalhos roble ) destinadas à reflorestação da Costa da Mangra, nos baldios de Vila de Muros, Tendais.

Perante os representantes da Toyota Caetano Portugal e da ANEFA ( Associação Nacional de Empresas Agrícolas e Florestais ) e da AFDT ( Associação Florestal de Entre Douro e Tâmega ) os participantes iniciaram os trabalhos de plantação pelas 10H00, numa manhã de sol memorável e amena temperatura, numa vertente íngreme donde se alcançava uma vista fantástica sobre o Vale do Bestança e Douro às vezes toldada pelo nevoeiro.

Dentre os participantes destacamos o Senhor Arcipreste Adriano Pereira Soares, Pároco de Tendais, que quis associar-se a esta nobre iniciativa.

Participou também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Tendais e Presidente da Assembleia de Freguesia de Tendais. Os Bombeiros Voluntários de Cinfães fizeram-se representar pelo seu comandante.

Um obrigado muito especial aos associados da Associação para a Defesa do Vale do Bestança que prestigiaram a nossa colectividade e que quiseram ver o seu nome associado à criação de um bosque de carvalhos no Vale do Bestança.

Um muito obrigado ao Sr. Franklim da Rocha Resende pela sua generosidade, empenho e verdadeiro apego e amor à Ribeira de Tendais. O nosso apreço também para com os senhores Américo, Licínio, Henrique e António José que limparam e preparam o solo para a plantação.

Um agradecimento especial ao Senhor Engenheiro Carlos Pimenta e ao Senhor Lima Teixeira ( EDF - Energies Nouvelles ) que apoiaram financeiramente o projecto de reflorestação.

Dedicamos também uma nota de gratidão muito grande ao Agrupamento de Escolas de Cinfães, na pessoa do seu Director, Prof. Manuel António Pereira, pelo auxílio prestado na divulgação desta iniciativa na comunidade escolar.

Louvores também à Câmara Municipal de Cinfães e ao seu Presidente Prof. José Manuel Pereira Pinto por todo o apoio prestado.

A AARIS Vale Sousa, o seu coordenador Napoleão Monteiro, associou-se a este projeto em defesa do ambiente, levando seus amigos a olharem a natureza como o melhor projeto da vida..

Um obrigado enorme a todos os que participaram – em especial os associados da ADVB- e a todos os que não podendo estar presentes fisicamente estiveram-no em espírito e solidariedade. E na próxima estamos convictos que muitos mais serão pois que é muito gratificante participar no desenvolvimento sustentável do concelho de Cinfães e fazê-lo em prol das gerações futuras. A nossa Associação é essencialmente um agente e parceiro empenhado na consecução de bem-estar social que só se atingirá se soubermos proteger o meio ambiente.

Todo um conjunto de Entidades e pessoas singulares tornaram possível este projecto que é agora uma realidade. Cabe-nos defendê-lo e valorizá-lo. É o que faremos lutando, se necessário for, contra atitudes ( aquelas – infelizmente ainda as há - reveladoras de desrespeito para com a natureza e os que a defendem ) mais desprezíveis que o próprio fogo criminoso.

Esta floresta é, como o Bestança, a FLORESTA DE TODOS NÓS!

aaris

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

REFLORESTAÇÃO em Cinfães – NOTA DE IMPRENSA

REFLORESTAÇÃO EM CINFÃES– NOTA DE IMPRENSA

(A AARIS do Sousa juntos no projeto)

Assinalando o ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS 2011, a Associação para a Defesa do Vale do Bestança e a Associação de Desenvolvimento da Ribeira de Tendais, AARIS e demais, vão plantam 3000 carvalhos roble nos baldios da Ribeira de Tendais, no Vale do Bestança, freguesia de Tendais, concelho de Cinfães.

A plantação vai ocorrer no dia 12 de Fevereiro de 2011 (próximo sábado), pelas 10H00, visando a reflorestação de uma área ardida de 3Hec. Caminho aberto para a reflorestação de Portugal.

As árvores foram cedidas pela Toyota Caetano Portugal, ao abrigo da campanha “ Um Toyota, uma árvore”.

Esta actividade conta com o apoio da Câmara Municipal de Cinfães, ANEFA, EDF - Energies Nouvelles.

Pretende-se criar um bosque de carvalhos numa zona propensa a deslizamentos de terras (em 2001, um desprendimento de terras destruiu parte da aldeia de Vila de Muros), preservar a natureza e promover a biodiversidade no Vale do Bestança.

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança espera também que esta reflorestação sensibilize para a importância da preservação da floresta enquanto factor de geração de riqueza sustentável para a região.

E conta com a participação de vários sectores da sociedade, incluindo o Agrupamento de Escolas de Cinfães, associações como a “AARIS”, Associação dos Amigos do Rio Sousa, e outras de Coimbra, Viseu, Aveiro, Porto etc.

A AARIS convida os amigos e familiares a estarem com o ano internacional das florestas 2011. Marquem a vossa vinda. Bem-haja.

Mais informações em: www.bestanca.com

Contactos: 96 8013140

Gratos pela divulgação.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

A AARIS está com este projeto no Ano Internacional da Floresta 2011. Criamos um bosque para ti vamos plantamos 3000 carvalhos roble

 Associação para a Defesa do Vale do Bestança

No Ano Internacional da Floresta 2011, criamos um bosque: plantamos 3000 carvalhos roble

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Ribeira de Tendais comemoram o ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS 2011, plantando três mil carvalhos roble.

Tal plantação será efectuada no dia 12 de Fevereiro 2011, na denominada Costa da Mangra ( à margem da EN 321, em Azevedo, próximo ao cruzamento que dá para a aldeia de Marcelim ), terreno baldio a montante da aldeia de Vila de Muros, freguesia de Tendais, concelho de Cinfães.

As árvores foram-nos cedidas pela ANEFA, no âmbito de uma parceria estabelecida com a TOYOTA CAETANO PORTUGAL que promove a campanha UM TOYOTA, UMA ÁRVORE e que tem reflorestado de norte a sul do País. Estamos gratos por merecermos também a confiança da TOYOTA. Vamos criar um bosque de carvalhos no vale do Bestança, vamos promover o meio ambiente.

 

Assim, no dia 12 os associados e amigos da Associação para a Defesa do Vale do Bestança e da Associação de Promoção e Desenvolvimento da Ribeira de Tendais serão convidados a plantar uma árvore. Um gesto simbólico de defesa da floresta, da biodiversidade e da vida. Trata-se de uma zona muito acometida por incêndios e subsequente risco de erosão e degradação da paisagem. Pretendemos reflorestar, revigorar a floresta, garantir às gerações futuras um bosque de árvores autóctones, uma mata de carvalhos, o que será motivo de orgulho para todos nós.

Em Março, a Semana da Leitura, promovida pela biblioteca do Agrupamento de Escolas de Cinfães, terá iniciativas no sítio que estamos a valorizar, sendo aí efectuadas leituras de textos pelos alunos daquele estabelecimento de ensino entre os dias 21 e 25 de Março. Visamos fazer um apelo e sensibilizar a comunidade e entidades decisórias para a urgência da reflorestação e da preservação e valorização das florestas.

 

Agradecemos às entidades que nos apoiam e que aqui referimos: Câmara Municipal de Cinfães, Junta de Freguesia de Tendais, Energies Nouvelles ( um agradecimento especial ao Sr. Engº Carlos Pimenta e ao Sr. Lima Teixeira ) Anefa/Pronatura, Toyota Caetano Portugal, Agrupamento de Escolas de Cinfães, Restaurante Solar Montemuro. Um obrigado especial ao Sr. Franklim da Rocha Resende pela sua disponibilidade, entusiasmo e generosidade. E um obrigado final aos nossos associados que tanto têm feito pelo BESTANÇA, O RIO DE TODOS NÓS!

Aqui ficam agora algumas fotografais da evolução dos trabalhos e preparação do solo para a plantação, ocorridos em Janeiro de 2011. Com a limpeza salvamos já dezenas de carvalhos num sítio belíssimo sobranceiro ao Bestança.

A AARIS está com este projeto

Participe e divulgue. Esta floresta depende de nós.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Caminhar pelo Vale do Bestança com a AARIS

 Associação para a Defesa do Vale do Bestança

Caminhada no Vale do Bestança

À volta das tradições da matança do porco...

12 de Fevereiro de 2011valebestanca

Vale do Rio Bestança

Programa

  • 9h30 - Concentração em Vila de Muros
  • 9h45 - Briefing e início da caminhada
  • 17h30 - Chegada a Vila de Muros.

Seguir-se-á o jantar. Menu: tiras de porco e costeletas assadinhas na brasa. Sarrabulhada, se houver, e outras iguarias típicas, em princípio.

O percurso é de grau de dificuldade média/alta. Subiremos de Vila de Muros para a Costa da Mangra, que atravessaremos. É uma área com 3 Hec. onde a Associação para a Defesa do vale do Bestança e a Associação de Promoção e Desenvolvimento da Ribeira de Tendais estão a criar um bosque de carvalhos. Aí plantaremos 3 000 árvores e será uma acção pela regeneração da floresta do vale do Bestança, tão ameaçada pelos incêndios, inconformismo e incúria humana. Oxalá, outros plantem árvores. A bem do Bestança, a bom do mundo, a nossa casa!

Seguiremos depois para Marcelim por um caminho sobranceiro à EN 321 e com uma vista soberba para o vale do Bestança e Douro, mormente das Fragas do Inferno. Rumaremos a poente e atravessaremos o ribeiro de Enxidrô para fazermos logo a seguir uma paragem para almoço nos bonitos lameiros das margens.

Depois de tomado o café, se houver quem trate disso, reataremos a caminhada em direcção a Vila Viçosa pelo caminho das carvalheiras, e aqui apreciaremos esta simpática aldeia. Tomaremos depois o caminho ( íngreme e com muita vegetação ) da Portela da Mó para regressarmos a Vila de Muros.

Inscrições

Inscrições até ao dia 10 (tlm 96 8013140; 91 7535075; 91 7619080 )

Caminhada:
Sócios - isentos;
Não sócios - 5,00€

Jantar: 10,00€

O que deve trazer

Deve trazer o almoço, calças e botas de caminhada ( passaremos por zona povoada por agressivo "tojo-arnal" havendo que proteger as pernas ), água, frutos secos ou barra de chocolate. Com tempo húmido, não esquecer o impermeável e uma muda de roupa e calçado para a noite, se ficar para jantar; máquina fotográfica, se gosta de fotografia.

* Esta é uma iniciativa de lazer e divulgação paisagístico-cultural sem qualquer cariz lucrativo. A ADVB não se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam ocorrer aos participantes. Aconselha-se seguro pessoal para esta actividade.

Junta-te a nós. A AARIS vai estar como de costume representada
e na plantação de árvores. E você porque espera? Para que a nossa terra possa desenvolver, temos de ajudar quem mais precisa.

Um convite especial venha ver para aprender. Tel AARIS 919769705 marque mas não falte. 

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Actividades e calendarização 2011 da APDV Bestança em conjunto com a AARIS Vale do Sousa

 

A ASSOCIAÇÃO O VALE DO BESTANÇA  ACTIVIDADES NOTÍCIAS CONTACTOS

Os programas das actividades serão apresentados com pelo menos dez dias de antecedência. Consulte a página da ADVB com regularidade e o Blog AARIS, terá a informação e fotos das actividades anteriores e presentes.

Mais informo que decorre no hospital Padre Américo sala de pessoal a exposição fotográfica até dia 29 deste mês de Janeiro.

Actividades calendarizadas para 2011

18 –29 Janeiro exposição de fotografias no Hospital Padre Américo

12 de Fevereiro Caminhada no vale do Bestança "na tradição da matança do porco";

26 de Fevereiro Caminhada em Ponte de lima - Lagoa de Bertiandos

12 de Março Caminhada em Mangualde

26 de Março Caminhada no vale do Bestança: "A sagração da Primavera".

16 de Abril Caminhada em Lamego

30 de Abril Caminhada em Mondim de Basto

14 de Maio Caminhada em Pitões das Júnias - Gerês;

28 de Maio Caminhada na Planura do Montemuro - de Vale de Papas ao cabrum

18 de Junho Caminhada no litoral de Esposende

2 de Julho Penacova - Descida do Mondego em canoa

16 e 17 de Julho Descida do Bestança

10 de Setembro Visita ao Parque arqueológico de Tongóbriga e caminhada na serra da Aboboreira

24 de Setembro Caminhada na serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz

8 e 9 de Outubro Caminhada em Trancoso, por terras do Bandarra

22 de Outubro Caminhada da castanha e dos centeeiros, no vale do Bestança

5 de Novembro Caminhada: de Tormes à Fundação Eça de Queiroz

17 de Dezembro Ceia de Natal

Actividades não calendarizadas

Edição da Revista Cultural Prado

Restauro e beneficiação da Escola Primária de Vila de Muros

Impedir a Construção de Mini-Hídricas no Vale do Bestança

Inventariação da biodiversidade do vale do Bestança. Criação da estação da Biodiversidade do Bestança.

Promover exposições e eventos relacionados com a defesa do meio ambiente

Cooperar com as escolas do concelho em matéria de educação e formação ambiental estabelecendo parcerias

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança estabelece protocolos de cooperação com a Câmara Municipal de Cinfães, Agrupamento vertical de Escolas de Cinfães, Juntas de Freguesia do Vale do Bestança, AARIS - Associação dos Amigos do Rio Sousa; Associação de Promoção e Defesa da Ribeira de Tendais; Associação Cultural Serpa Pinto; Escola Secundária de Cinfães, estando receptiva a outras parcerias no sentido da promoção turística e ambiental do vale do Bestança e do concelho de Cinfães.

Actividades de anos anteriores

Actividades de 2010

Actividades de 2009

Actividades de 2008

Actividades de 2007

Actividades de 2006

Actividades de 2005

Actividades de 2004

Actividades de 2003

Actividades de 2002

Actividades de 2001

A AARIS Informa seus associados de que todas estas actividades são por conta e risco das pessoas que as vão praticar, caminhadas estas, que se aconselha seguro, pois algumas são um pouco duras.

A AARIS aguarda que os seus associados se pronunciem, dêem  ideias e sugestões válidas para a defesa do nosso vale do Sousa. Lembro entanto que as actividades anteriores no vale do Sousa só tiveram grande impacto porque somos parte de uma  parceria com a ADVBestança, caso contrário esta associação daria em “pedreira”, porque os associados pouco ou nada se preocupam com o ambiente a natureza do vale do Sousa o rio mais concretamente.

A AARIS é uma pequena força sem meios que, vai informando as autoridade, das quais tem sentindo melhorias, embora pouco significativas no ambiente, e menos ainda na preservação da natureza, assim como um meio de informação geral para que as pessoas conheçam o que é Portugal.

Vamos andando devagar, devagarinho.

Para quem quiser ver e admirar, outras terras, outros vales, venham às caminhadas por este Portugal

NM

terça-feira, janeiro 18, 2011

Hospital Padre Américo com exposição rio Bestança seu olhar hoje 18 jan.

Penafiel Hospital Padre Américo 2011 com Exposição sobre Rio Bestança Imag. Napoleão Monteiro Penafiel Hospital Padre Américo 2011 com Exposição sobre Rio Bestança Imag. Napoleão Monteiro Penafiel Hospital Padre Américo 2011 com Exposição sobre Rio Bestança Imag. Napoleão Monteiro Penafiel Hospital Padre Américo 2011 com Exposição sobre Rio Bestança Imag. Napoleão Monteiro Penafiel Hospital Padre Américo 2011 com Exposição sobre Rio Bestança Imag. Napoleão Monteiro

A AARIS esteve com a  Associação Para Defesa do Vale do Bestança no Hospital Vale do Sousa que nos abriu as suas portas deixando expor as maravilhosas imagens do Bestança. A inauguração teve lugar na sala de exposições da Casa do Pessoal / Hospital Padre Américo do Vale do Sousa – Penafiel, mostra inaugurada no dia 18 de Janeiro de 2011, às 10H30 e intitula-se “ Bestança, Um rio, mil momentos”, está patente ao público até dia 29 deste mês. A inauguração teve presença do Conselho de administração do Hospital o que prova o interesse pela natureza do Vale e da Região onde este hospital está inserido, tende assim maior significado para a população e para o turismo.

O rio Bestança nasce na serra do Montemuro, no concelho de Cinfães, a 1254, de altitude e desagua no rio Douro, na margem esquerda, em Porto Antigo. Tem 13,5Km de curso e é um dos rios mais limpos da Europa. Na sua fauna destacamos a lontra, salamandra lusitânica e a truta. Na flora distingue-se o carvalho roble, o azevinho, o amieiro, freixo.

O vale do Bestança é um sítio com grande biodiversidade que importa proteger.

Os moinhos, as levadas, as pontes de madeira e de alvenaria são marcos do seu património, salientando-se ainda a sua riqueza etnográfica, costumes e tradições que representam um património imaterial a preservar.

A Associação para a Defesa do vale do Bestança é frontalmente adversa à construção de mini-hídricas no rio.

A AARIS (Associação dos Amigos do Rio Sousa) é parceira com a ADVB neste projecto de divulgação natural e patrimonial e paisagístico do rio Bestança, que colaborou e esteve presente.

Mais informações em www.bestanca.com, e http://penafielgentearte.blogspot.com

e-mail: napoleao.monteiro@sapo.pt tel 919769705 Penafiel
e-mail: napoleao.novelas@gmail.com

http://penafielgentearte.blogspot.com
http://picasaweb.google.com/aariosousa/napoleao.monteiro
http://picasaweb.google.com/napoleao.novelas
http://aaris.blogspot.com
http://desporto-aventura.blogspot.com
www.bestanca.com

youtube (monteiro56)

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Exposição Fotográfica no Hospital Padre Américo dia 18 jan. às 10.30horas

Cartaz exposição

A AARIS Agradece sua presença.

Convite com

NOTA DE IMPRENSA

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança leva a efeito uma exposição fotográfica na sala de exposições da Casa do Pessoal / Hospital Padre Américo do Vale do Sousa – Penafiel. A mostra será inaugurada no dia 18 de Janeiro de 2011, pelas 10H30 e intitula-se “ Bestança, Um rio, mil momentos”.

O rio Bestança nasce na serra do Montemuro, no concelho de Cinfães, a 1254, de altitude e desagua no rio Douro, na margem esquerda, em Porto Antigo. Tem 13,5Km de curso e é um dos rios mais limpos da Europa. Na sua fauna destacamos a lontra, salamandra lusitânica e a truta. Na flora distingue-se o carvalho roble, o azevinho, o amieiro, freixo.

O vale do Bestança é um sítio com grande biodiversidade que importa proteger.

Os moinhos, as levadas, as pontes de madeira e de alvenaria são marcos do seu património, salientando-se ainda a sua riqueza etnográfica, costumes e tradições que representam um património imaterial a preservar.

A Associação para a Defesa do vale do Bestança é frontalmente adversa à construção de mini-hídricas no rio.

A AARIS (Associação dos Amigos do Rio Sousa) é parceira com a ADVB neste projecto de divulgação natural e patrimonial do rio Bestança.

Mais informações em www.bestanca.com

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Rio Sousa em Novelas Penafiel

A subida das águas em novelas neste tempo de cheias de final do ano, são normais, o que não é normal é a água do rio fica retido ou mais, tapada na ponte de rua de Carrazedo estrada Carrazedo para a estação, isto devido à falta de limpeza das margens, com árvores, silvas, lixos etc. dentro do rio Sousa. Culpas… proprietários, protecção civil, Junta de freguesia câmara municipal e governo. Mais ainda, se a chuva continuar as casas vão ficar muito mais inundadas que em anos anteriores. Às companhias de seguros um alerta.


Função da AARIS é alertar.

Os nossos agradecimentos








sábado, novembro 20, 2010

Rio Bestança a património Mundial! Quero e Muito.

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15/11/2010






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Bestança: Pura EnergiaTODOS DESTAQUES

Duas empresas da UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto estão a trabalhar num plano de acção estratégica para salvaguardar o Vale do Bestança, um património natural valioso do qual dependem espécies como a lontra e a truta, mas também os antigos moinhos de água e toda uma região de Cinfães.

O Plano de Acção Estratégica para a Bacia Hidrográfica do Rio Bestança assenta principalmente em duas ideias-chave associadas aos seus recursos hídricos: “Bestança o Rio Mais Limpo da Europa” e “Bestança Carbono Zero”. Esta iniciativa surge da parceria da U.Porto - através das empresas BLB Engenharia, especializada em eficiência energética, e WAD Software, novas tecnologias, produtos e serviços web - com a associação AGITO e a Câmara Municipal de Cinfães.

O Plano Estratégico para a Bacia Hidrográfica do Rio Bestança – Equipa Agito/UPTEC foi divulgado no passado dia 12 de Novembro, no auditório da Câmara Municipal de Cinfães. Foram feitas três apresentações sobre a protecção de bacias hidrográficas, uma delas a cargo do docente do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade do Porto, Adriano Bordálo e Sá.

O rio Bestança nasce na Serra de Montemuro, no concelho de Cinfães, tem 13,5Km de curso e desagua no rio Douro junto ao Porto Antigo. As entidades envolvidas acreditam que a forma como este programa está a ser concebido servirá como referência para outros projectos de protecção de rios, paisagens, e cidades.

O "Plano de Salvaguarda do Vale do Bestança" começou em 2008 quando o Município de Cinfães promoveu uma candidatura ao Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVER). A AGITO empenhou esforços para juntar numa mesma equipa o potencial técnico e científico necessários para a apresentação de uma proposta à altura do desafio. Surgiu, assim, a parceria entre a AGITO – Formação e Serviços, o Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), através das empresas BLB Engenharia e WAD Software, e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

A parceria desenvolveu um projecto e uma imagem que baptizou de "Bestança: Pura Energia" e o plano define uma estratégia de actuação que integre todas as acções a candidatar para a área da Bacia Hidrográfica, pela Câmara Municipal de Cinfães, e adopta, como ponto de partida e fio condutor, a temática do "Potencial das Energias Renováveis na Bacia do Bestança".

Tendo como horizonte a implementação do plano estratégico "Bestança – Pura Energia", foram definidos cinco Eixos Estratégicos fundamentais: Rede Hidrográfica; Infra-estruturas Hidráulicas; Turismo e Actividades de Lazer; Energias Renováveis; Promoção e Divulgação do Plano.

O desenvolvimento de cada um destes eixos resultou em vários projectos-acção estruturados para serem candidatados no âmbito dos Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE), inseridos nas Estratégias de Valorização Económica de Base Territorial do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN 2007-2013).

No seguimento do Plano Estratégico, os projectos-acção desenvolvidos consideraram áreas tão abrangentes como a "Monitorização da Qualidade Ecológica do Rio Bestança" e a implementação da "Rede Municipal de Percursos" (e.g. Rede de Postos de Observação de Aves, Rede de Geossítios do Vale do Bestança e Rotas de Flora, Moinhos e Fontanários) a par do "Sistema de Informação do Bestança" que deverá integrar o Sistema de Informação Geográfica Municipal. Foram ainda contempladas propostas de "Recuperação e Requalificação do Património Hidráulico" (e.g. moinhos e levadas) numa vertente de micro-produção de energia renovável.

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Comentários:
2010-11-15
É necessário um pouco mais de comedimento na forma como são apresentadas estas iniciativas, associadas à Universidade do Porto. Porque não rio mais limpo do mundo? Fernando Veloso Gomes

2010-11-15
Fiquei particularmente interessado na notícia, especialmente por ser adepto da aquariofilia e pensar que talvez para essa solução estivessem a implementar um sistema de filtração e depuração de grande escala. No entanto no texto não refere a mínima ideia de como eles pretendem tornar o rio mais limpo... Artur Fonseca

2010-11-15
Muitas pessoas começam a aperceber-se quão importante é o respeito pela Natureza e observam o empenho de muita gente na defesa do ecosistema. A vida do Homem depende deste equilíbrio entre o que a Natureza nos dá gratuitamente e as necessidades naturais do Homem. A comunidade científica está sensibilizada e empenhada num trabalho em equipa para a salvação dos nossos rios e do ecosistema. É outra maneira de ver o mundo que é nosso, mas também dos que hão-de vir depois de nós. Todos devemos estar sensibilizados para estas questões e dar o nosso contributo, dando o exemplo.

Este Fórum é mesmo para si!

2010.11.15

Bestança: Pura Energia

2010.11.15

Dia Mundial da Diabetes na FMUP

2010.11.15

FMUP e FCNAUP partilham prémio TANITA 2010

2010.11.15

Concurso “Gestão de Ideias para Economizar”

2010.11.15

Dia da FEUP reúne comunidade e empresas

2010.11.15

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