segunda-feira, julho 26, 2010

Novelas Tertúlia Sobre o ambiente

 
 
 
 
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Novelas Tertúlia Ambiental Musical

Tertúlia melhor ambiente com debate ambiental e musical em Novelas, realizada como o indicado no salão polivalente da sede da junta de Freguesia de Novelas, cujo temo indicado era “melhor ambiente”.
Com a presença dos convidados oradores, Eng. Glória Araújo deputada da AR, que integra comissão do ambiente e o chefe Magalhães que integra o SEPNA, GNR Ambiente de Penafiel, na qualidade de cidadão. Presentes as forças vivas de Novelas além da junta, os representantes da assembleia de F. as Associações ARN, APDFN, AARIS, GTN, Grupo Musical etc.Para consolação do público presente, a entrada foi com musical, tocada e cantada pelo Grupo Musical RecicLados, mostrando seus dotes de Novelenses. “Novelas é um jardim” é isso mesmo a nossa terra sempre foi um jardim, embora não sendo cantado o tema da canção, fica para uma próxima. O Grupo é composto por: Viola b.Eduardo Oliveira, Bat. Duarte Barros, Viola Vitor Ferreira, Guit. Rogério Ferreira, Viol. Alberto Monteiro, Vozes Mónica Barbosa e Helena Arriscado.
Foram excelentes, e uma coisa digo, foi dignificante para a terra, para a gente de novelas, para o público, para os convidados, pois o musical e a tertúlia esteve muito bem. Uma boa forma de sensibilização geral das populações. Embora as festas que se realizavam pelas proximidades tivesse influência em algum público que não veio preferindo os festejos, no entanto o salão esteve bem composto com muitas pessoas de novelas e arredores.
O tema ambiente foi iniciado pela oradora deputada, teve grande interesse a nível de cultura geral sobre os problemas mundiais, principalmente no tratamento dos lixos, qualidade da água, grandes problemas que o estado tem vindo a desenvolver, as zonas com lixeiras, poluição dos rios, e o meio ambiente, ar, água e florestas o que são também preocupações mundiais os níveis do dióxido de carbono as energias renováveis, o degelo, o aumento das aguas do mar Etc. etc. foi fácil e bom ouvir, o mais difícil é proteger, para não haver mau ambiente.
A interiorizar o Chefe Magalhães fez uma radiografia e pôs a nu o BI do Rio Sousa que pertence a uma grande bacia Hidrográfica do Douro, tem uma quilometragem de 182.600, Impacto negativo e desenvolvimento sustentado não é só mau, mas tem muitas coisas boas em relação a outros, tem uma bela zona selvagem, tem mais rios e ribeiras a compensar a água do Sousa mais poluída que são os seus afluentes Mesio, Cavalum, Ferreira, e cerca de dez ribeiras.
O que é negativo para o rio é sem margem de dúvida o Bicho homem, que com as suas indústrias, com os químicos, as ETARs em mau funcionamento, os aterros a enviar os lixiviação, a concentração das vacarias dos agros pecuários, o corte das árvores na flora junto dos rios e consequentemente a mortandade da piscícola e outra fauna de diversas espécies.
Ao focarem-se estes problemas de tão grande impotência, é notório que não temos governos que possa verificar estes problemas e o que se tem notado é que as câmaras tem mais poderes para mandar que o próprio governo, autorizando tudo quanto possível, ou então são os favores que proliferam. Não é aceitável que por tudo e por nada seja necessário fazer petições, faltava mais esta, retirar a capacidade de intervenção da GNR SEPNA, pois são eles que vêem, e porque não actuar com o que está legislado? Se é que existe legislação igual para todos. Pelo que se vê junto dos nossos rios, sejam grandes ou pequenos é só asneiras. Obras sem sentido e sem nexo, cobertura de Rios com cimento armado como se fosse para fazer um campo de aviação numa extensão de setenta metros, isto no rio Mesio em “Lousada ”, vedação de acesso, às margens dos rios, prejudicando a pesca desportiva receita para os cofres do estado, Impróprio para turistas poderem circular livremente pelas margens, os assoreamentos dos rios, os açudes desfeitos, moinhos inoperativos, azenhas, serrações etc tudo em ruínas, muitas pontes em mau estado, árvores caídas para o rio, outras na maior parte já cortadas prejudicando os rios nas suas margens, margens sem limpezas, pontes vedadas e assoreadas impedindo de passagem da água no inverno, lixeiras em tudo quanto é sitio etc. etc. São grandes as preocupações das populações alem de não terem um governo que defina como se deve proceder, “porque as coimas compensam”, isto para acabar com os maus vícios já concebidos, tipo lei de campeão, ou as coisas vão de mal para pior.
Se repararem na lei de base do ambiente logo se vê que está ultrapassada no tempo, lei 11/87, para um 1º ministro e do ambiente, é bem tempo para uma revisão, pois tal como está, não dá para que as Associações percam tempo ou se preocupem com o ambiente, um bem tão necessário para proteger, como do pão para a boca, principalmente em todos os locais virados para os rios.
Sei que estas ações são importantíssimas mas as populações querem ver mais, querem limpar e arranjar os rios, ribeiras, represas, lagos etc. o Ex-líbris das populações e nada se pode fazer. O ambiente é muito lato mas o mau ambiente na água, e no ar é o pior que nos poderia acontecer.
Venham mas incentivos mas quando a legislação for mudada, espero que tal aconteça muito brevemente. Aos ambientalistas cá estamos para que as coisas mudem radicalmente e que se possa por a descoberto alguns favoritismos que ainda hoje é “nojo”
Parabéns à junta de freguesia de Novelas vamos fazer mais porque novelas tem de continuar a ser um jardim. A AARIS, Napoleão Monteiro

Novelas Tertúli ambiental Musical

 
 
 
Tertúlia melhor ambiente com debate ambiental e musical em Novelas, realizada como o indicado no salão polivalente da sede da junta de Freguesia de Novelas, cujo temo indicado era “melhor ambiente”.
Com a presença dos convidados oradores, Eng. Glória Araújo deputada da AR, que integra comissão do ambiente e o chefe Magalhães que integra o SEPNA, GNR Ambiente de Penafiel, na qualidade de cidadão. Presentes as forças vivas de Novelas além da junta, os representantes da assembleia de F. as Associações ARN, APDFN, AARIS, GTN, Grupo Musical etc.Para consolação do público presente, a entrada foi com musical, tocada e cantada pelo Grupo Musical RecicLados, mostrando seus dotes de Novelenses. “Novelas é um jardim” é isso mesmo a nossa terra sempre foi um jardim, embora não sendo cantado o tema da canção, fica para uma próxima. O Grupo é composto por: Viola b.Eduardo Oliveira, Bat. Duarte Barros, Viola Vitor Ferreira, Guit. Rogério Ferreira, Viol. Alberto Monteiro, Vozes Mónica Barbosa e Helena Arriscado.
Foram excelentes, e uma coisa digo, foi dignificante para a terra, para a gente de novelas, para o público, para os convidados, pois o musical e a tertúlia esteve muito bem. Uma boa forma de sensibilização geral das populações. Embora as festas que se realizavam pelas proximidades tivesse influência em algum público que não veio preferindo os festejos, no entanto o salão esteve bem composto com muitas pessoas de novelas e arredores.
O tema ambiente foi iniciado pela oradora deputada, teve grande interesse a nível de cultura geral sobre os problemas mundiais, principalmente no tratamento dos lixos, qualidade da água, grandes problemas que o estado tem vindo a desenvolver, as zonas com lixeiras, poluição dos rios, e o meio ambiente, ar, água e florestas o que são também preocupações mundiais os níveis do dióxido de carbono as energias renováveis, o degelo, o aumento das aguas do mar Etc. etc. foi fácil e bom ouvir, o mais difícil é proteger, para não haver mau ambiente.
A interiorizar o Chefe Magalhães fez uma radiografia e pôs a nu o BI do Rio Sousa que pertence a uma grande bacia Hidrográfica do Douro, tem uma quilometragem de 182.600, Impacto negativo e desenvolvimento sustentado não é só mau, mas tem muitas coisas boas em relação a outros, tem uma bela zona selvagem, tem mais rios e ribeiras a compensar a água do Sousa mais poluída que são os seus afluentes Mesio, Cavalum, Ferreira, e cerca de dez ribeiras.
O que é negativo para o rio é sem margem de dúvida o Bicho homem, que com as suas indústrias, com os químicos, as ETARs em mau funcionamento, os aterros a enviar os lixiviação, a concentração das vacarias dos agros pecuários, o corte das árvores na flora junto dos rios e consequentemente a mortandade da piscícola e outra fauna de diversas espécies.
Ao focarem-se estes problemas de tão grande impotência, é notório que não temos governos que possa verificar estes problemas e o que se tem notado é que as câmaras tem mais poderes para mandar que o próprio governo, autorizando tudo quanto possível, ou então são os favores que proliferam. Não é aceitável que por tudo e por nada seja necessário fazer petições, faltava mais esta, retirar a capacidade de intervenção da GNR SEPNA, pois são eles que vêem, e porque não actuar com o que está legislado? Se é que existe legislação igual para todos. Pelo que se vê junto dos nossos rios, sejam grandes ou pequenos é só asneiras. Obras sem sentido e sem nexo, cobertura de Rios com cimento armado como se fosse para fazer um campo de aviação numa extensão de setenta metros, isto no rio Mesio em “Lousada ”, vedação de acesso, às margens dos rios, prejudicando a pesca desportiva receita para os cofres do estado, Impróprio para turistas poderem circular livremente pelas margens, os assoreamentos dos rios, os açudes desfeitos, moinhos inoperativos, azenhas, serrações etc tudo em ruínas, muitas pontes em mau estado, árvores caídas para o rio, outras na maior parte já cortadas prejudicando os rios nas suas margens, margens sem limpezas, pontes vedadas e assoreadas impedindo de passagem da água no inverno, lixeiras em tudo quanto é sitio etc. etc. São grandes as preocupações das populações alem de não terem um governo que defina como se deve proceder, “porque as coimas compensam”, isto para acabar com os maus vícios já concebidos, tipo lei de campeão, ou as coisas vão de mal para pior.
Se repararem na lei de base do ambiente logo se vê que está ultrapassada no tempo, lei 11/87, para um 1º ministro e do ambiente, é bem tempo para uma revisão, pois tal como está, não dá para que as Associações percam tempo ou se preocupem com o ambiente, um bem tão necessário para proteger, como do pão para a boca, principalmente em todos os locais virados para os rios.
Sei que estas ações são importantíssimas mas as populações querem ver mais, querem limpar e arranjar os rios, ribeiras, represas, lagos etc. o Ex-líbris das populações e nada se pode fazer. O ambiente é muito lato mas o mau ambiente na água, e no ar é o pior que nos poderia acontecer.
Venham mas incentivos mas quando a legislação for mudada, espero que tal aconteça muito brevemente. Aos ambientalistas cá estamos para que as coisas mudem radicalmente e que se possa por a descoberto alguns favoritismos que ainda hoje é “nojo”
Parabéns à junta de freguesia de Novelas vamos fazer mais porque novelas tem de continuar a ser um jardim. A AARIS, Napoleão Monteiro

Novelas tertúlia Ambiental Musical

 
 
 
Tertúlia melhor ambiente com debate ambiental e musical em Novelas, realizada como o indicado no salão polivalente da sede da junta de Freguesia de Novelas, cujo temo indicado era “melhor ambiente”.
Com a presença dos convidados oradores, Eng. Glória Araújo deputada da AR, que integra comissão do ambiente e o chefe Magalhães que integra o SEPNA, GNR Ambiente de Penafiel, na qualidade de cidadão. Presentes as forças vivas de Novelas além da junta, os representantes da assembleia de F. as Associações ARN, APDFN, AARIS, GTN, Grupo Musical etc.Para consolação do público presente, a entrada foi com musical, tocada e cantada pelo Grupo Musical RecicLados, mostrando seus dotes de Novelenses. “Novelas é um jardim” é isso mesmo a nossa terra sempre foi um jardim, embora não sendo cantado o tema da canção, fica para uma próxima. O Grupo é composto por: Viola b.Eduardo Oliveira, Bat. Duarte Barros, Viola Vitor Ferreira, Guit. Rogério Ferreira, Viol. Alberto Monteiro, Vozes Mónica Barbosa e Helena Arriscado.
Foram excelentes, e uma coisa digo, foi dignificante para a terra, para a gente de novelas, para o público, para os convidados, pois o musical e a tertúlia esteve muito bem. Uma boa forma de sensibilização geral das populações. Embora as festas que se realizavam pelas proximidades tivesse influência em algum público que não veio preferindo os festejos, no entanto o salão esteve bem composto com muitas pessoas de novelas e arredores.
O tema ambiente foi iniciado pela oradora deputada, teve grande interesse a nível de cultura geral sobre os problemas mundiais, principalmente no tratamento dos lixos, qualidade da água, grandes problemas que o estado tem vindo a desenvolver, as zonas com lixeiras, poluição dos rios, e o meio ambiente, ar, água e florestas o que são também preocupações mundiais os níveis do dióxido de carbono as energias renováveis, o degelo, o aumento das aguas do mar Etc. etc. foi fácil e bom ouvir, o mais difícil é proteger, para não haver mau ambiente.
A interiorizar o Chefe Magalhães fez uma radiografia e pôs a nu o BI do Rio Sousa que pertence a uma grande bacia Hidrográfica do Douro, tem uma quilometragem de 182.600, Impacto negativo e desenvolvimento sustentado não é só mau, mas tem muitas coisas boas em relação a outros, tem uma bela zona selvagem, tem mais rios e ribeiras a compensar a água do Sousa mais poluída que são os seus afluentes Mesio, Cavalum, Ferreira, e cerca de dez ribeiras.
O que é negativo para o rio é sem margem de dúvida o Bicho homem, que com as suas indústrias, com os químicos, as ETARs em mau funcionamento, os aterros a enviar os lixiviação, a concentração das vacarias dos agros pecuários, o corte das árvores na flora junto dos rios e consequentemente a mortandade da piscícola e outra fauna de diversas espécies.
Ao focarem-se estes problemas de tão grande impotência, é notório que não temos governos que possa verificar estes problemas e o que se tem notado é que as câmaras tem mais poderes para mandar que o próprio governo, autorizando tudo quanto possível, ou então são os favores que proliferam. Não é aceitável que por tudo e por nada seja necessário fazer petições, faltava mais esta, retirar a capacidade de intervenção da GNR SEPNA, pois são eles que vêem, e porque não actuar com o que está legislado? Se é que existe legislação igual para todos. Pelo que se vê junto dos nossos rios, sejam grandes ou pequenos é só asneiras. Obras sem sentido e sem nexo, cobertura de Rios com cimento armado como se fosse para fazer um campo de aviação numa extensão de setenta metros, isto no rio Mesio em “Lousada ”, vedação de acesso, às margens dos rios, prejudicando a pesca desportiva receita para os cofres do estado, Impróprio para turistas poderem circular livremente pelas margens, os assoreamentos dos rios, os açudes desfeitos, moinhos inoperativos, azenhas, serrações etc tudo em ruínas, muitas pontes em mau estado, árvores caídas para o rio, outras na maior parte já cortadas prejudicando os rios nas suas margens, margens sem limpezas, pontes vedadas e assoreadas impedindo de passagem da água no inverno, lixeiras em tudo quanto é sitio etc. etc. São grandes as preocupações das populações alem de não terem um governo que defina como se deve proceder, “porque as coimas compensam”, isto para acabar com os maus vícios já concebidos, tipo lei de campeão, ou as coisas vão de mal para pior.
Se repararem na lei de base do ambiente logo se vê que está ultrapassada no tempo, lei 11/87, para um 1º ministro e do ambiente, é bem tempo para uma revisão, pois tal como está, não dá para que as Associações percam tempo ou se preocupem com o ambiente, um bem tão necessário para proteger, como do pão para a boca, principalmente em todos os locais virados para os rios.
Sei que estas ações são importantíssimas mas as populações querem ver mais, querem limpar e arranjar os rios, ribeiras, represas, lagos etc. o Ex-líbris das populações e nada se pode fazer. O ambiente é muito lato mas o mau ambiente na água, e no ar é o pior que nos poderia acontecer.
Venham mas incentivos mas quando a legislação for mudada, espero que tal aconteça muito brevemente. Aos ambientalistas cá estamos para que as coisas mudem radicalmente e que se possa por a descoberto alguns favoritismos que ainda hoje é “nojo”
Parabéns à junta de freguesia de Novelas vamos fazer mais porque novelas tem de continuar a ser um jardim. A AARIS, Napoleão Monteiro

Novelas Tetúlia ambiental Musical

 
 
Tertúlia melhor ambiente com debate ambiental e musical em Novelas, realizada como o indicado no salão polivalente da sede da junta de Freguesia de Novelas, cujo temo indicado era “melhor ambiente”.
Com a presença dos convidados oradores, Eng. Glória Araújo deputada da AR, que integra comissão do ambiente e o chefe Magalhães que integra o SEPNA, GNR Ambiente de Penafiel, na qualidade de cidadão. Presentes as forças vivas de Novelas além da junta, os representantes da assembleia de F. as Associações ARN, APDFN, AARIS, GTN, Grupo Musical etc.Para consolação do público presente, a entrada foi com musical, tocada e cantada pelo Grupo Musical RecicLados, mostrando seus dotes de Novelenses. “Novelas é um jardim” é isso mesmo a nossa terra sempre foi um jardim, embora não sendo cantado o tema da canção, fica para uma próxima. O Grupo é composto por: Viola b.Eduardo Oliveira, Bat. Duarte Barros, Viola Vitor Ferreira, Guit. Rogério Ferreira, Viol. Alberto Monteiro, Vozes Mónica Barbosa e Helena Arriscado.
Foram excelentes, e uma coisa digo, foi dignificante para a terra, para a gente de novelas, para o público, para os convidados, pois o musical e a tertúlia esteve muito bem. Uma boa forma de sensibilização geral das populações. Embora as festas que se realizavam pelas proximidades tivesse influência em algum público que não veio preferindo os festejos, no entanto o salão esteve bem composto com muitas pessoas de novelas e arredores.
O tema ambiente foi iniciado pela oradora deputada, teve grande interesse a nível de cultura geral sobre os problemas mundiais, principalmente no tratamento dos lixos, qualidade da água, grandes problemas que o estado tem vindo a desenvolver, as zonas com lixeiras, poluição dos rios, e o meio ambiente, ar, água e florestas o que são também preocupações mundiais os níveis do dióxido de carbono as energias renováveis, o degelo, o aumento das aguas do mar Etc. etc. foi fácil e bom ouvir, o mais difícil é proteger, para não haver mau ambiente.
A interiorizar o Chefe Magalhães fez uma radiografia e pôs a nu o BI do Rio Sousa que pertence a uma grande bacia Hidrográfica do Douro, tem uma quilometragem de 182.600, Impacto negativo e desenvolvimento sustentado não é só mau, mas tem muitas coisas boas em relação a outros, tem uma bela zona selvagem, tem mais rios e ribeiras a compensar a água do Sousa mais poluída que são os seus afluentes Mesio, Cavalum, Ferreira, e cerca de dez ribeiras.
O que é negativo para o rio é sem margem de dúvida o Bicho homem, que com as suas indústrias, com os químicos, as ETARs em mau funcionamento, os aterros a enviar os lixiviação, a concentração das vacarias dos agros pecuários, o corte das árvores na flora junto dos rios e consequentemente a mortandade da piscícola e outra fauna de diversas espécies.
Ao focarem-se estes problemas de tão grande impotência, é notório que não temos governos que possa verificar estes problemas e o que se tem notado é que as câmaras tem mais poderes para mandar que o próprio governo, autorizando tudo quanto possível, ou então são os favores que proliferam. Não é aceitável que por tudo e por nada seja necessário fazer petições, faltava mais esta, retirar a capacidade de intervenção da GNR SEPNA, pois são eles que vêem, e porque não actuar com o que está legislado? Se é que existe legislação igual para todos. Pelo que se vê junto dos nossos rios, sejam grandes ou pequenos é só asneiras. Obras sem sentido e sem nexo, cobertura de Rios com cimento armado como se fosse para fazer um campo de aviação numa extensão de setenta metros, isto no rio Mesio em “Lousada ”, vedação de acesso, às margens dos rios, prejudicando a pesca desportiva receita para os cofres do estado, Impróprio para turistas poderem circular livremente pelas margens, os assoreamentos dos rios, os açudes desfeitos, moinhos inoperativos, azenhas, serrações etc tudo em ruínas, muitas pontes em mau estado, árvores caídas para o rio, outras na maior parte já cortadas prejudicando os rios nas suas margens, margens sem limpezas, pontes vedadas e assoreadas impedindo de passagem da água no inverno, lixeiras em tudo quanto é sitio etc. etc. São grandes as preocupações das populações alem de não terem um governo que defina como se deve proceder, “porque as coimas compensam”, isto para acabar com os maus vícios já concebidos, tipo lei de campeão, ou as coisas vão de mal para pior.
Se repararem na lei de base do ambiente logo se vê que está ultrapassada no tempo, lei 11/87, para um 1º ministro e do ambiente, é bem tempo para uma revisão, pois tal como está, não dá para que as Associações percam tempo ou se preocupem com o ambiente, um bem tão necessário para proteger, como do pão para a boca, principalmente em todos os locais virados para os rios.
Sei que estas ações são importantíssimas mas as populações querem ver mais, querem limpar e arranjar os rios, ribeiras, represas, lagos etc. o Ex-líbris das populações e nada se pode fazer. O ambiente é muito lato mas o mau ambiente na água, e no ar é o pior que nos poderia acontecer.
Venham mas incentivos mas quando a legislação for mudada, espero que tal aconteça muito brevemente. Aos ambientalistas cá estamos para que as coisas mudem radicalmente e que se possa por a descoberto alguns favoritismos que ainda hoje é “nojo”
Parabéns à junta de freguesia de Novelas vamos fazer mais porque novelas tem de continuar a ser um jardim. A AARIS, Napoleão Monteiro

segunda-feira, julho 19, 2010

Caminhada pelo rio Bestança em Cinfães

 
 
 
 
Cinfães caminha na subida do Bestança. As parcerias das Associações têm resultado para as comparências destas caminhadas com a Associação de defesa do vale do Bestança, da AARIS Associação do Vale do Sousa, Núcleo de Coimbra defesa do Mondego, Viseu, Aveiro e Lisboa que aqui esteve representado, A pernoita foi na Estalagem de Porto Antigo e no nosso campo do prado, pelo que mesmo depois do cansaço por cima de tanta água ainda deu para um musical e uma dança, isto depois de uma cabritada.
Pelo Vale do Bestança as oitenta e muitas pessoas cá estiveram mais um ano, o que tornou este vale um ex-líbris de Cinfães pela sua defesa, do ser o mais belo rio de Portugal na Europa menos poluído. Basta olhar a água mais limpa da Europa que por este vale atravessam e que vão desaguar ao Rio Douro. Neste vale belo da nossa terra que merece ser visitado e bem mais conhecida, sem que seja afectado na poluição e natureza. Reenviem este mensagem do blogue aos vossos amigos.
Ver fotos em:

http://penafielgentearte.blogspot.com
http://picasaweb.google.com/aariosousa
http://picasaweb.google.com/napoleao.novelas
http://aaris.blogspot.com
http://desporto-aventura.blogspot.com
youtube (monteiro56)
www.bestanca.com
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terça-feira, junho 29, 2010

Descida do Bestança

 
VER em: www.bestanca.com
A Associação O Vale do Bestança Actividades Notícias Contactos
Descida do Bestança

Uma imersão pelo último dos rios

17 e 18 de Julho de 2010

"Andamos e não chegamos. O andar é tudo, princípio e fim" - Teixeira de Pascoaes.

Programa
Dia 17
9h30 - Concentração em Valverde e regularização de inscrição;
9h45 - Início do percurso: Por caminhos e canadas, lajeados ou térreos, sob densa e frondosa vegetação, até Enxidrô; daqui desceremos por degraus acentuados até ao Bestança ( margem esquerda ), iniciando-se a subida pelas fragas de Ganão, não sem antes tomarmos um banho matinal nas belíssimas cachoeiras depois de habituarmos o corpo às águas frescas e límpidas do rio. Revigorados, avançaremos leito acima até ao poço das Dornas onde almoçaremos e desfrutaremos um banho prolongado. A meio da tarde partiremos em direcção ao Prado onde cada um procurará o seu alvéolo e montará a tenda ( a ala norte do campo estará reservada para os que ressonam estrepitosamente assim se promovendo a descriminação positiva ).
19h30 - Jantar no Prado ( segue-se o acender da fogueira, cânticos e discursos inflamados, este ano sob o tema: " A República no Prado " ).
0h00 Início do julgamento-Procº 17/2010, sem vara:
Acusação: o réu é acusado de "curromper" e ter "currompido" ( grave, deveras grave, a provar-se! )
Arguido: goza de protecção ao nome;
Defensor: o que vier a ser nomeado;
Juiz: de fora;
Min.Público: da comarca da outra margem.

1h45 - Leitura de sentença
2h00 - Recolher obrigatório.
Dia 18
7h00, ou antes: Alvorada ( por adequada vuvuzela );
8h30 - Pequeno-almoço, segue-se uma caminhada até ao poço de Chã, um banho de imersão e regresso ao Prado para o almoço a que se seguirá uma sesta com leitura dos jornais que nos ponham em contacto com o mundo; mais um banho no poço do Prado e final dos "trabalhos". A hora de regresso à civilização é livre, excepto para o arguido, se vier a ser condenado!
Inscrições (limitadas)
Sócios: 20,00€
Não sócios: 25,00€
Crianças- dos 8 aos 13: 15,00€
Contactos até ao dia 15: 96 8013140, 91 7535075; 91 7141791


Informações
A ADVB disponibiliza o jantar de sábado e pequeno-almoço de domingo, transporte de tendas de Valverde ao Prado e vice-versa. O almoço de domingo no Prado dependerá de inscrição a efectuar na manhã de sábado e custará 5,00€.

O que deve trazer
Almoço para sábado, mochila leve, toalha, prato e talheres, muda de roupa e calçado para a noite, tenda. Saco cama, protector solar, camisola quente para a noite ( com o cair da tarde a humidade é acentuada e a temperatura desce significativamente ), saco protector para a máquina fotográfica e TLM ( andaremos por água grande parte do percurso ), saco para o lixo, sapatos leves e com sola de borracha, objectos de higiene pessoal e muito boa disposição. Os participantes deverão levar na mochila o almoço de sábado, toalha e outros objectos que considerem necessários.

Tendas, sacos cama, televisores, mesinhas de cabeceira, máquinas de barbear, secadores, toucas, combinações ou pijamas, cosméticos e lacas, perfumes e desmaquilhantes seguirão no tractor em embalagens adequadas aos solavancos da viagem.

O que deverá evitar: Enlatados, garrafas de vidro, colher plantas ou insectos, deixar lixo.

Grau de dificuldade: elevado. Não recomendável a participantes desprovidos de boa condição física e agilidade para andar no leito do rio com pedras escorregadias. Risco de lesões várias.

Ementa do jantar
Cabrito assado, ou quejando, no forno do Sr. Adriano ( que só tem três pedras: uma no lastro e duas cambotas laterais ), arroz e batata assada. Trata-se de cabrito estaladiço, suculento, com ossinhos para trinchar, criado no vale do Bestança, inteiramente biológico. Sobremesa: fruta variada. Os comensais deverão observar fila para o jantar, com postura ordeira. Só poderão repetir se houver mais para comer!

A ADVB não se responsabiliza por quaisquer danos civis ou outros que possam ocorrer nesta iniciativa. Está não é uma actividade organizada com fins lucrativos. A todos se pede colaboração. Recomenda-se seguro válido para este tipo de eventos.

Boa sorte!

domingo, maio 23, 2010

Caminhada entre Ramires e a Torre da Lagariça.Bestança e a AARIS lá estará



29 de Maio de 2010
“E dai, da sua cadeira de couro, Gonçalo Mendes Ramires, pensativo diante das tiras de papel almaço, roçando pela testa a rama da pena de pato, avistava sempre a inspiradora da sua Novela — a Torre, a antiquíssima Torre, quadrada e negra sobre os limoeiros do pomar que em redor crescera, com uma pouca de hera no cunhal rachado, as fundas frestas gradeadas de ferro, as ameias e a miradoura bem cortadas no azul de junho, robusta sobrevivência do Paço acastelado, da falada Honra de Santa Ireneia, solar dos Mendes Ramires desde os meados do século X.” in A Ilustre Casa de Ramires de Eça de Queirós.
Programa
• 09:45 – concentração no miradouro do penedo de São João na aldeia de Freigil-Resende
• 10:00 - início da Caminhada.
• 12:30 – almoço nas margens do rio Cabrum junto à ponte da Lagariça
• 15:00 – visita guiada ao espaço envolvente da casa da Torre da Lagariça
• 18:00 – fim da caminhada
• 19:00 – jantar junto ao rio Douro em Caldas de Aregos.
Percurso
• penedo de São João- ponte da Lagariça - casa da Torre da Lagariça - monte do Senhor dos Aflitos - penedo de São João.
• Distância de aprox. 10 Km.
• Grau de dificuldade médio.
Inscrições
• Os participantes deverão trazer merenda para almoço.
• As inscrições deverão ocorrer até ao dia 27 de Maio
• Sócios com quotas em dia e Crianças até aos 12 anos : gratuito.
• Não sócios ou sócios em situação irregular : € 5,00
Responsabilidade dos Participantes
Material individual necessário às condições do percurso e meteorológicas.
Condição física e estado e saúde em conformidade com as exigências da caminhada.
A ADVB declina toda e qualquer responsabilidade, resultante de acidente ou imprevisto que possa ocorrer e afectar algum dos participantes, relativamente a danos corporais e/ou materiais.
Contactos
• 962 717 959 – Paulo Bernardo
• 968 013 140 - Jorge Ventura
Como Chegar do Porto
Siga até Resende pela A4, saindo no Marco de Canaveses e aí tomando a estrada municipal 584 até Penhalonga, virando aí à esquerda pela EN 108 em direcção à Régua até encontrar a indicação para Resende. Terá que atravessar a ponte de Mosteirô, 200mt. à frente irá encontrar a EN222, vire à esquerda em direcção a Resende. Na EN222 após aprox. 7km vire à direita e suba em direcção a Freigil, depois é só seguir as placas indicativas do miradouro do Penedo de São João. Para quem estiver interessado irá estar à espera uma pessoa até as 9h15m no cais de Porto Antigo para que depois venham em grupo até ao local da caminhada. Para chegar ao cais de Porto Antigo é só virar no entroncamento à esquerda depois de atravessar a ponte de Mosteirô.
Como Chegar de Coimbra/Viseu
Seguir pela A24 em direcçãoooo a Vila Real, saída nº 8 Bigorne/Mezio tomando, por breves metros, a EN 2 em direcção Lamego. Na EN 2 após 300metros vire à esquerda em direcção a Resende. Siga a estrada sempre em frente passando por Gosende, Feirão, Felgueiras, São Cipriano (aprox.20 km.). Em São 29 de Maio de 2010
“E dai, da sua cadeira de couro, Gonçalo Mendes Ramires, pensativo diante das tiras de papel almaço, roçando pela testa a rama da pena de pato, avistava sempre a inspiradora da sua Novela — a Torre, a antiquíssima Torre, quadrada e negra sobre os limoeiros do pomar que em redor crescera, com uma pouca de hera no cunhal rachado, as fundas frestas gradeadas de ferro, as ameias e a miradoura bem cortadas no azul de junho, robusta sobrevivência do Paço acastelado, da falada Honra de Santa Ireneia, solar dos Mendes Ramires desde os meados do século X.” in A Ilustre Casa de Ramires de Eça de Queirós.
Programa
• 09:45 – concentração no miradouro do penedo de São João na aldeia de Freigil-Resende
• 10:00 - início da Caminhada.
• 12:30 – almoço nas margens do rio Cabrum junto à ponte da Lagariça
• 15:00 – visita guiada ao espaço envolvente da casa da Torre da Lagariça
• 18:00 – fim da caminhada
• 19:00 – jantar junto ao rio Douro em Caldas de Aregos.
Percurso
• penedo de São João- ponte da Lagariça - casa da Torre da Lagariça - monte do Senhor dos Aflitos - penedo de São João.
• Distância de aprox. 10 Km.
• Grau de dificuldade médio.
Inscrições
• Os participantes deverão trazer merenda para almoço.
• As inscrições deverão ocorrer até ao dia 27 de Maio
• Sócios com quotas em dia e Crianças até aos 12 anos : gratuito.
• Não sócios ou sócios em situação irregular : € 5,00
Responsabilidade dos Participantes
Material individual necessário às condições do percurso e meteorológicas.
Condição física e estado e saúde em conformidade com as exigências da caminhada.
A ADVB declina toda e qualquer responsabilidade, resultante de acidente ou imprevisto que possa ocorrer e afectar algum dos participantes, relativamente a danos corporais e/ou materiais.
Contactos
• 962 717 959 – Paulo Bernardo
• 968 013 140 - Jorge Ventura
Como Chegar do Porto
Siga até Resende pela A4, saindo no Marco de Canaveses e aí tomando a estrada municipal 584 até Penhalonga, virando aí à esquerda pela EN 108 em direcção à Régua até encontrar a indicação para Resende. Terá que atravessar a ponte de Mosteirô, 200mt. à frente irá encontrar a EN222, vire à esquerda em direcção a Resende. Na EN222 após aprox. 7km vire à direita e suba em direcção a Freigil, depois é só seguir as placas indicativas do miradouro do Penedo de São João. Para quem estiver interessado irá estar à espera uma pessoa até as 9h15m no cais de Porto Antigo para que depois venham em grupo até ao local da caminhada. Para chegar ao cais de Porto Antigo é só virar no entroncamento à esquerda depois de atravessar a ponte de Mosteirô.
Como Chegar de Coimbra/Viseu
Seguir pela A24 em direcçãoooo a Vila Real, saída nº 8 Bigorne/Mezio tomando, por breves metros, a EN 2 em direcção Lamego. Na EN 2 após 300metros vire à esquerda em direcção a Resende. Siga a estrada sempre em frente passando por Gosende, Feirão, Felgueiras, São Cipriano (aprox.20 km.). Em
as placas indicativas do miradouro do Penedo de São João.
Cipriano siga as placas indicativas do miradouro do Penedo de São João.

segunda-feira, maio 10, 2010

Casais + apresentação pública da Associação Conc. Lousada

 
 
 
 
Casais Lousada hoje realizou-se a apresentação pública da nova Associação criada, (Associação Solidariedade Desenvolvimento Local Cultural e Ambiental Casais+). Representou a Presidência da Câmara Dr. Cristina Moreira vereadora, pela Presidente da Junta Sr. Mota, Parco Dr. José Ribeiro da Mota, outras individualidades. A Associações AARIS esteve representada pelo Coordenador, assim como outras associações se fizeram representar, e ainda uma enorme quantidade de público local e de fora. Parabéns pela belíssima apresentação.
A Presidente da Associação Maria Cândida Novais Amorim Gonçalves e Presidenta da Assembleia Belmiro Manuel Moreira da Mota e restante assinaram acto de posse. As actividades musicais foi um complemento com Musica e as crianças, Bombos Amigos de casais, CJC Coro Juvenil de Casais, Grupo de Fados de Casais com família Mendes, José, Margarida e Neca Mendes. Por último o Bolo que marcou o primeiro dia de Casais + em Lousada. 2010, 5, 9
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http://picasaweb.google.com/aariosousa
http://aaris.blogspot.com
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youtube (monteiro56)
www.bestanca.com
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domingo, maio 02, 2010

LIDLE sua DICA estraga ambiente

 
 
 
 

DICA do LIDL estraga o Ambiente em Novelas - Penafiel
Ambiente a ser degradado pela falta de Cuidado. A Publicidade está a estragar um alerta às autoridades. Basta ver uma rua limpa pela Junta de Freguesia, agora suja com papel por tudo quanto é sítio. Assim não obrigado. O ECO- PONTO não é aqui. Mudem de atitude, por favor.
A AARIS agradece. Obrigado
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quinta-feira, abril 29, 2010

Caminhada serra da Estrela

Caminhada na Serra da Estrela

Folgosinho, 01 de Maio 2010

A ADVB na sua diversificação pelo País, através do seu núcleo de Coimbra, vai pela 1ªvez levar a cabo uma caminhada na Serra da Estrela. Assim A lindíssima aldeia de Folgosinho, vai receber-nos no próximo dia 1 de Maio. Para a caminhada teremos um percurso em “anel”, com o local de partida/… em Folgosinho.

Como quase todo o trajecto que iremos percorrer, é o mesmo que o percurso pedestre que a Câmara de Gouveia tem aberto ao pedestrianistas, chamado “A Rota dos Galhardos” , transcrevo do Site da Câmara de Gouveia as indicações que têm sobre este belo passeio.

A “Rota dos Galhardos” é um percurso pedestre que aproveita em grande parte o troço de duas calçadas romanas, uma delas com a designação de Galhardos e a outra de Cantarinhos. É um percurso de Pequena Rota (PR) que se realiza em plena Serra da Estrela e que envolve apenas a freguesia de Folgosinho, como ponto de partida e de chegada.

Partindo do Largo da Fonte em direcção à Serra, logo chegamos ao Largo dos “lavadouros públicos”. Aqui encontramos um painel referente ao percurso, que será de consulta obrigatória. É junto aos tanques que começa a denominada “Rota dos Galhardos”, nome de pequenos demónios que, segundo a lenda, fizeram a calçada numa noite, a qual devido à sua inclinação, só poderia ser obra sua. Na realidade trata-se de uma calçada construída durante a ocupação romana.

“(…) Estes trechos de calçada fazem possivelmente parte da Via Romana que atravessava a Serra da Estrela. Vinda de Valhetas e de Famalicão, a estrada cortaria direita da Quinta da Taberna a Folgosinho. O percurso da Calçada dos Galhardos deixa supor uma ligação em Gouveia, talvez contornando pelo sul a serra de S. Tiago ou descendo em linha recta de Folgosinho até aquela cidade.(...)”

in “A Arqueologia da Serra da Estrela”, de Jorge de Alarcão

Partindo do “lavadouro” segue-se pela rua da Serra. Mais à frente vamos encontrar à esquerda um caminho asfaltado com a indicação de Viveiros de Folgosinho, que apesar de merecerem uma visita, ficam fora da nossa rota. Continuando a rua da Serra e já fora do aglomerado urbano, vamos encontrar uma cortada à esquerda. A sinalização indicanos o sentido do percurso. Após passarmos o campo de futebol e alguns metros depois, entramos verdadeiramente na Calçada dos Galhardos, encontrando a primeira das quatro casas de abrigo mandadas construir por João de Vasconcelos nos anos quarenta e que serviam de refúgio às intempéries a quem vinha ou ia para a serra, vinha com rebanhos e espigas de centeio, carregadas em carros puxados por bois.

Quase junto à segunda casa de abrigo, a calçada termina abruptamente e à direita surge-nos um pequeno bosque de bétulas, que nos irá acompanhar durante alguns metros até à Portela de Folgosinho. Aqui, cruzam-se três vias: à direita para Folgosinho, em frente para os Casais e Assedace e à esquerda para Videmonte. É neste último sentido que segue o percurso. Continuando por essa estrada, onde de resto se cruzam também duas Grandes Rotas, uma marcada pelo Parque Natural da Serra da Estrela e a outra integrada na rede de percursos das Aldeias Históricas do INATEL, designada por GR 22, que seguiremos no caminho certo deste percurso de Pequena Rota.

PR

Alguns afloramentos rochosos vão competindo com a vegetação. Um pouco afastado do caminho, mas devidamente assinalado, encontra-se um pequeno penhasco que o tempo moldou, dando-lhe a aparência da cabeça de um Faraó. Mais à frente, um pequeno bosque misto, onde predominam Bétulas e Pseudotsugas, presenteia-nos com tantas cores quanto as estações do ano, sendo agradável no pico do sol, uma pequena paragem para um merecido repouso aproveitando as suas sombras. Um pouco antes do sítio do “Jogo da Bola”, deixamos a estrada e apanhamos o trilho à direita que nos dará conta de uma outra calçada, também ela romana: “Calçada Romana da Serra de Baixo” também designada por “Pé da Serra”.

A descida proporciona-nos uma paisagem soberba, valendo sempre a pena pequenas paragens, para melhor apreciar. Já no fundo da encosta, cruzamos a Ribeira do Freixo e aí a calçada termina, fazendo-se o resto do percurso, por um caminho de terra batido até ao lugar designado por Moinhos do Forno. Daqui à Vila, um “saltinho”. Entre sombra de castanheiros e carvalhos, podemos olhar ainda os campos sempre verdes e, de quando em quando, o trabalho árduo de homens e mulheres, que souberam com mestria buscar nas encostas um punhado de solo fértil para o pão de cada dia. Por fim, é a chegada à Vila e depois de se reporem energias numa qualquer simpática tasquinha, para “esmoer”, vale sempre a pena uma última visita pelo povoado, que alguns acreditam ter sido o berço de Viriato.

Noutras eras, todas estas encostas se encontravam cobertas de intensos carvalhais (Quercus pyrenaica). Contudo, o corte sistemático e o pastoreio intensivo desnudaram as serras que muitos anos depois viriam,no âmbito da política florestal do Estado Novo, a serem povoadas por pinheiro bravo. Como consequência, a falta de pastos levou a que muitas pessoas procurassem outros destinos para sobreviver, dando-se início à emigração. Apesar dos incêndios ocorridos nos últimos anos, é ainda possível constatarmos a presença de manchas significativas de pinheiro bravo (Pinus pinaster), que constituem uma fonte de rendimento significativa. Para além desta espécie, podemos ainda presenciar pequenos núcleos de Pinheiro silvestre (Pinus sylvestris), vidoeiro (Betula pubescens), Pseudotsuga, e nas zonas mais baixas e com alguma humidade, o castanheiro (Castanea sativa).

Fauna Flora

Longe vão os tempos em que o lobo dominava as serranias, povoando o imaginário popular. Hoje em dia, este predador constitui já um mito e na falta dele, o javali viu aumentar nos últimos anos os seus efectivos, constituindo um problema para as populações locais que veêm as suas culturas destruídas. O texugo, a gineta e a raposa são ainda espécies que com, alguma frequência, podem ser vistos, embora que de forma fugidia. Algumas espécies cinegéticas, nomeadamente a perdiz, o coelho e a lebre, são observadas com alguma assiduidade. Lá no alto, a águia de asa redonda (Buteo buteo) paira sobre as encostas, aproveitando as correntes ascendentes.

Programa

Como chegar a Folgosinho ?

Para os oriundos do Norte, pensamos que o melhor será a A1 até Aveiro Norte, sair para a A25 e sair em Mangualde.

Em Mangualde, apanhar a EN 232 para Gouveia por aprox. 20Km, até encontrar a EN17 (Estrada da Beira)., onde deverão virar à Esq. No sentido da Guarda.

Na N17, aparecerá à Dir. a placa indicativa de Folgosinho.

Para quem vai de Coimbra, sugerimos oIP3 até ao Rojão Grande, onde se sairá à dir. para o IC12 até Mangualde.

Uma 2ª hipótese será: 500 metros após se ter entrado no IC12, (no Rojão Grande) sair para Tábua, onde uma IP aberta à muito pouco tempo, liga à EN17, numa zona ainda antes de Oliveira do Hospital. Estando na Estrada da Beira (N17) é só rodar até ao cruzamento para Folgosinho.

Indicações aos Participantes

  • Material individual, necessário às condições do percurso.
  • Condição física e estado de saúde adequado às exigências da caminhada.
  • Seguro de acidentes pessoais.
  • Almoço de Sábado.
  • Esta caminhada é considerada de grau de dificuldade médio.
  • O Início da caminhada, está previsto para as 10 horas, e o local de concentração, será no centro de Folgosinho, junto ao início do PR A Rota dos Galhardos.

NOTA - Recomenda-se o uso na caminhada de um calçado com um piso bastante aderente, e de sola rija.

Inscrições (até 29 de Abril)

Caminhada - 5 euros (crianças e sócios da ADVRB com as cotas em dia, grátis).

JANTAR

O jantar decorrerá no famoso restaurante O Albertino, em Folgosinho. A título de curiosidade e excepcionalmente, deixo a ementa que tomamos a liberdade de escolher para todos nós.

  • Entradas: Presunto, Chouriço, Queijo e Morcela.
  • Menu: Arroz de cabidela de Coelho, Cabrito assado no forno, Leitão à Albertino, Vitela de Folgosinho e Javali com feijão.
  • Sobremesas: Arroz doce, creme, requeijão C/ doce de Abóbora e Frutas da época.

Tudo isto pela módica quantia de 13 euros por pessoa.

A ADVB (Núcleo de Coimbra) não se responsabiliza por qualquer acidente que possa provocar danos físicos, morais ou psicológicos nos participantes ou em terceiros. Esta actividade não tem fins lucrativos.

Mais informações

Para mais informações e inscrições, contactar Vaz Pedro (917619080), Jorge Ventura (968013140) ou José Sampaio (917535075).

vale sousa 919769705  AARIS

segunda-feira, abril 19, 2010

Caminhada Serra da Estrela

Caminhada na Serra da Estrela
Folgosinho 01/Maio 2010

A ADVB na sua diversificação pelo País, através do seu núcleo de Coimbra, vai pela 1ªvez levar a cabo uma caminhada na Serra da Estrela. Assim a lindíssima aldeia de Folgosinho, vai receber-nos no próximo dia 1 de Maio. Para a caminhada teremos um percurso em “anel”, com o local de partida/… em Folgosinho.

Como quase todo o trajecto que iremos percorrer, é o mesmo que o percurso pedestre que a Câmara de Gouveia tem aberto ao pedestrianistas, chamado “A Rota dos Galhardos” , transcrevo do Site da Câmara de Gouveia as indicações que têm sobre este belo passeio.

A “Rota dos Galhardos” é um percurso pedestre que aproveita
em grande parte o troço de duas calçadas romanas, uma delas
com a designação de Galhardos e a outra de Cantarinhos. É um
percurso de Pequena Rota (PR) que se realiza em plena Serra da
Estrela e que envolve apenas a freguesia de Folgosinho, como
ponto de partida e de chegada.
Partindo do Largo da Fonte em direcção à Serra, logo chegamos
ao Largo dos “lavadouros públicos”. Aqui encontramos um painel
referente ao percurso, que será de consulta obrigatória. É junto aos
tanques que começa a denominada “Rota dos Galhardos”, nome
de pequenos demónios que, segundo a lenda, fizeram a calçada
numa noite, a qual devido à sua inclinação, só poderia ser obra
sua. Na realidade trata-se de uma calçada construída durante a
ocupação romana.
“(…) Estes trechos de calçada fazem possivelmente parte da Via
Romana que atravessava a Serra da Estrela. Vinda de Valhetas e
de Famalicão, a estrada cortaria direita da Quinta da Taberna a
Folgosinho. O percurso da Calçada dos Galhardos deixa supor uma
ligação em Gouveia, talvez contornando pelo sul a serra de S. Tiago
ou descendo em linha recta de Folgosinho até aquela cidade.(...)”
PR1
in “A Arqueologia da Serra da Estrela”, de Jorge de Alarcão
PR1
Partindo do “lavadouro” segue-se pela rua da Serra. Mais à frente
vamos encontrar à esquerda um caminho asfaltado com a indicação
de Viveiros de Folgosinho, que apesar de merecerem uma visita,
ficam fora da nossa rota.
Continuando a rua da Serra e já fora do aglomerado urbano,
vamos encontrar uma cortada à esquerda. A sinalização indicanos
o sentido do percurso. Após passarmos o campo de futebol
e alguns metros depois, entramos verdadeiramente na Calçada
dos Galhardos, encontrando a primeira das quatro casas de abrigo
mandadas construir por João de Vasconcelos nos anos quarenta
e que serviam de refúgio às intempéries a quem vinha ou ia para
a serra, vinha com rebanhos e espigas de centeio, carregadas em
carros puxados por bois.
Quase junto à segunda casa de abrigo, a calçada termina
abruptamente e à direita surge-nos um pequeno bosque
de bétulas, que nos irá acompanhar durante alguns
metros até à Portela de Folgosinho.
Aqui, cruzam-se três vias: à direita para Folgosinho, em frente para
os Casais e Assedace e à esquerda para Videmonte.
É neste último sentido que segue o percurso.
Continuando por essa estrada, onde de resto se cruzam também
duas Grandes Rotas, uma marcada pelo Parque Natural da Serra da
Estrela e a outra integrada na rede de percursos das Aldeias Históricas
do INATEL, designada por GR 22, que seguiremos no caminho certo
deste percurso de Pequena Rota.
.
PR1
Alguns afloramentos rochosos vão competindo com a vegetação.
Um pouco afastado do caminho, mas devidamente assinalado,
encontra-se um pequeno penhasco que o tempo moldou,
dando-lhe a aparência da cabeça de um Faraó.
Mais à frente, um pequeno bosque misto, onde predominam
Bétulas e Pseudotsugas, presenteia-nos com tantas cores quanto
as estações do ano, sendo agradável no pico do sol, uma pequena
paragem para um merecido repouso aproveitando as suas sombras.
Um pouco antes do sítio do “Jogo da Bola”, deixamos a estrada
e apanhamos o trilho à direita que nos dará conta de uma outra
calçada, também ela romana: “Calçada Romana da Serra de Baixo”
também designada por “Pé da Serra”.
A descida proporciona-nos uma paisagem soberba,
valendo sempre a pena pequenas paragens, para
melhor apreciar.
Já no fundo da encosta, cruzamos a Ribeira do Freixo e aí a
calçada termina, fazendo-se o resto do percurso, por um caminho
de terra batido até ao lugar designado por Moinhos do Forno.
Daqui à Vila, um “saltinho”. Entre sombra de castanheiros e
carvalhos, podemos olhar ainda os campos sempre verdes e, de
quando em quando, o trabalho árduo de homens e mulheres, que
souberam com mestria buscar nas encostas um punhado de solo
fértil para o pão de cada dia. Por fim, é a chegada à Vila e depois
de se reporem energias numa qualquer simpática tasquinha, para
“esmoer”, vale sempre a pena uma última visita pelo povoado,
que alguns acreditam ter sido o berço de Viriato.

Noutras eras, todas estas encostas se encontravam
cobertas de intensos carvalhais (Quercus pyrenaica). Contudo,
o corte sistemático e o pastoreio intensivo desnudaram as serras
que muitos anos depois viriam,no âmbito da política florestal do
Estado Novo, a serem povoadas por pinheiro bravo. Como
consequência, a falta de pastos levou a que muitas pessoas
procurassem outros destinos para sobreviver, dando-se início à
emigração. Apesar dos incêndios ocorridos nos últimos anos, é
ainda possível constatarmos a presença de manchas significativas
de pinheiro bravo (Pinus pinaster), que constituem uma fonte de
rendimento significativa. Para além desta espécie, podemos ainda
presenciar pequenos núcleos de Pinheiro silvestre (Pinus sylvestris),
vidoeiro (Betula pubescens), Pseudotsuga, e nas zonas mais
baixas e com alguma humidade, o castanheiro (Castanea sativa).
. Fauna Flora
Longe vão os tempos em que o lobo dominava as serranias,
povoando o imaginário popular. Hoje em dia, este predador
constitui já um mito e na falta dele, o javali viu aumentar nos
últimos anos os seus efectivos, constituindo um problema para
as populações locais que veêm as suas culturas destruídas. O
texugo, a gineta e a raposa são ainda espécies que com, alguma
frequência, podem ser vistos, embora que de forma fugidia.
Algumas espécies cinegéticas, nomeadamente a perdiz, o
coelho e a lebre, são observadas com alguma assiduidade. Lá no
alto, a águia de asa redonda (Buteo buteo) paira sobre as
encostas, aproveitando as correntes ascendentes.

Programa
Como chegar a Folgosinho ?
• Para os oriundos do Norte, pensamos que o melhor será a A1 até Aveiro Norte, sair para a A25 e sair em Mangualde.

• Em Mangualde, apanhar a EN 232 para Gouveia por aprox. 20Km, até encontrar a EN17 (Estrada da Beira)., onde deverão virar à Esq. No sentido da Guarda.

• Na N17, aparecerá à Dir. a placa indicativa de Folgosinho.

Para quem vai de Coimbra, sugerimos oIP3 até ao Rojão Grande, onde se sairá à dir. para o IC12 até Mangualde…..
Uma 2ª hipótese será: 500 metros após se ter entrado no IC12, (no Rojão Grande) sair para Tábua, onde uma IP aberta à muito pouco tempo, liga à EN17, numa zona ainda antes de Oliveira do Hospital. Estando na Estrada da Beira (N17) é só “rolar” até ao cruzamento para Folgosinho…
Indicações aos participantes
• Material individual, necessário às condições do percurso.
• Condição física e estado de saúde adequado às exigências da caminhada.
• Seguro de acidentes pessoais.
• Almoço de Sábado.
• Esta caminhada é considerada de grau de dificuldade médio .
• O Início da caminhada, está previsto para as 10 horas, e o local de concentração, será no centro de Folgosinho, junto ao início do PR A Rota dos Galhardos.
NOTA - Recomenda-se o uso na caminhada de um calçado com um piso bastante aderente, e de sola rija.

Inscrições (até 29 de Abril)
• Caminhada - 5 euros (crianças e sócios da ADVRB com as cotas em dia, grátis)

JANTAR
• O jantar decorrerá no famoso restaurante O Albertino, em Folgosinho. A título de curiosidade e excepcionalmente, deixo a ementa que tomamos a liberdade de escolher para todos nós.

• Entradas:
Presunto, Chouriço, Queijo e Morcela.
Menu:
Arroz de cabidela de Coelho, Cabrito assado no forno, Leitão à Albertino, Vitela de Folgosinho e Javali com feijão.
Sobremesas:
Arroz doce, creme, requeijão C/ doce de Abóbora e Frutas da época.

Tudo isto pela módica quantia de 13 euros por pessoa…

A ADVB (Núcleo de Coimbra) não se responsabiliza por qualquer acidente que possa provocar danos físicos, morais ou psicológicos nos participantes ou em terceiros. Esta actividade não tem fins lucrativos.

Mais informações
Para mais informações e inscrições, contactar Vaz Pedro (917619080), Jorge Ventura (968013140) ou José Sampaio (917535075).
Vale do Sousa aguarda marcaçãos.919769705 até 5ª feira 29 Abril.

sábado, março 20, 2010

Limpar Portugal

 
A AARIS tem todos os seus associados ao dispor para limpar Potugal. Estes nomes indicados são alguns dos indicados, pessoas que estão prontas e vão limpar as águas do Rio Sousa. Portugal precisa ser limpo, na água, terra e ar, e se formos mais enfrente, os "politicos também deviam ser limpos". Mas o essencial é Portugal as águas do Rio Sousa. Muito trabalho nada de dinheiro.
Vamos a isto que é para bem dos nossos netos, todos devemos limpar à porta das nossas casas pelo menos. (Nós estamos cá para continuar a limpar sempre foi a nossa função). Apenas uma diferença, é que agora só se limpa Portugal,antes sujava-se Portugal e nós limpava-mos, ou seja estragava-se e vai continuar a estragar-se.É uma geração sem civismo e que dizer mais? NM
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terça-feira, março 02, 2010

Limpar Portugal

Naqpoleão Monteiro é a 20 de Março de 2010
inscreve-te - inscreve-te - inscreve-te


participa - participa - participa







LimparPortugal

Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia - 20-03-2010



Uma mensagem a todos os membros de LimparPortugal em Penafiel







Presidente da República recebeu coordenadores do Projecto “Limpar Portugal”e concede o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.









(Reenvie esta mensagem para todos os seus contactos mesmo aqueles que ainda não aceitaram seu convite anterior)









Visite LimparPortugal em: http://limparportugal.ning.com/?xg_source=msg_mes_network





















--

Paulo Jorge Ferreira

Ama, et fac quod vis



AVISO DE CONFIDENCIALIDADE

Esta mensagem de correio electrónico e qualquer dos seus ficheiros anexos, caso existam, são confidenciais e destinados apenas à(s) pessoa(s) ou entidade(s) acima referida(s), podendo conter informação confidencial, privilegiada, a qual não deverá ser divulgada, copiada, gravada ou distribuída nos termos da lei vigente. Se não é o destinatário da mensagem, ou se ela lhe foi enviada por engano, agradecemos que não faça uso ou divulgação da mesma. A distribuição ou utilização da informação nela contida é interdita. Se recebeu esta mensagem por engano, por favor avise-nos de imediato, por correio electrónico, para o endereço acima e apague este e-mail do seu sistema. Obrigado.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

RRVS premiada em Espanha

O prestigiado Troféu premiou já, nas suas anteriores edições, algumas destacadas entidades nacionais, designadamente o Casino Estoril, a Delegação de Turismo da Madeira, o empreendimento turístico de Vale do Lobo, no Algarve, e a Zona de Turismo de Guimarães.

A 35.ª edição do Troféu Internacional de Turismo, Hotelaria e Gastronomia contou com a participação de conceituados profissionais do turismo e da restauração, bem como de mais de 150 representantes de empresas e de outros organismos, provenientes de 40 países.

Para além do valor promocional e da notoriedade conferidos pelo galardão atribuído aos vencedores, esta iniciativa constitui sobretudo uma excelente oportunidade para o estabelecimento de contactos e para a troca de experiências entre agentes reconhecidos na área do turismo pela sua trajectória e prestigio empresarial e institucional.

A atribuição deste Troféu coincide com um momento de particular projecção internacional da Rota do Românico, atendendo à recente adesão da mesma à TRANSROMANICA, a maior rede de locais e itinerários românicos da Europa.

Rota do Românico do Vale do Sousa

rrvs@valsousa.pt
www.rotadoromanico.com

Informação Rota do Românico 2010

quarta-feira, novembro 18, 2009

Caminhada do vale do Sousa Neolítico / Românico


Caminhada Vale do Sousa /Tâmega do Neolítico ao Românico
Os caminheiros cumpriram o agendado como é habitual, não olhando à chuva que anteriormente amedrontou tanta gente, chuva esta que não caiu em momento algum em que se caminhava nos locais de grande beleza.
Caminhar em terras de Penafiel, Luzim e Boelhe é diferente. Dou os parabéns à gente de Luzim aos jovens e crianças que souberam comportar-se como gente grande em todo o trilho por onde se passou, isto em alguns locais bem difíceis, mas eram um teste às capacidades de cada um, assim como ao Presidente da Junta de Luzim que deixou o que tinha para fazer para nos acompanhar pelas suas terras de Luzim.
Cantos e recantos foram vistos como as gravuras de Lomar, Menir de Luzim, moinho de cisterna que foi admirado em Boelhe, a igreja do românico, um olhar sobre o Rio Tâmega e sua ponte de Abragão, lindas e belas casas senhoriais ao abandono bem admirados nesta caminhada realizada em Luzim no dia 14 de Novembro, que saiu do centro de Luzim.
Este evento levado a efeito pela AARIS Rio Sousa e ADVBestança, estas Associações unidas com os mesmos objectivos, em olhar o património, natureza e ambiente, tende as componentes da divulgação do nosso turismo, lazer e da Saúde tal como o fizemos com a DIABETES. A participação de muitos e muitos caminheiros vindos de toda a parte do País e ainda com os verdadeiros caminheiros de Luzim mostraram que em Penafiel é um dever cumprir com a da sua participação nestes eventos sem gastos, sem ser necessárias estradas e grandes obras para os habitantes caminharem. Indiquei-lhes um caminho desconhecido para muitos, agora para as próximas caminhadas saberão o que fazer sozinhos dar o melhor do que aprenderam.
E porque é um dever ou melhor uma obrigação que todos participem nas caminhadas do Vale Sousa / Tâmega. Conheceram o neolítico conheceram o românico e todos nós aprendemos a conviver com a nossa gente, as nossas terras com os nossos monumentos com a Rota do Românico onde estivemos e por onde passamos, assim como pelo museu onde viram a admiraram o que em lado nenhum tinham visto e o terminar na feira de S. Martinho, com o melhor do nossos turistas, por um bom turismo na nossa região.


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sexta-feira, novembro 13, 2009

Caminhar pela sua saúde a DIABETES





Posted by PicasaA Diabetes


Penafiel Hospital padre Américo Realizou uma palestra sobre a diabetes na véspera do dia Mundial de A Diabetes uma doença que pode atingir toda a gente no mundo a juventude esteve bem patente nesta palestra. Foi notória a atenção perante os assuntos tratados e relatados e deu bem para entender que um grande problema da doença é o cuidado com a boca ou seja o que se como e o outro é as pessoas não andarem a pé.

Lembro que amanhã vai haver a caminhada com saída do portão do pavilhão das feiras a AGRIVAL 9.30 Horas tragam almoço adequado, a diabetes seus responsáveis vão estar.


terça-feira, novembro 10, 2009

Caminhada Vale do Sousa 2009

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Caminhada Vale do Sousa (Do Neolítico ao Românico)

Em 2009 11 14 NOVEMBRO Penafiel, Terras da freguesia de Luzim e de Boelhe.

AARIS Vale do Sousa, APDV Bestança, Núcleo Coimbra e Pessoal H Coimbra Dia Mundial da Diabetes

1- 9.30 Horas 1ª concentração em Penafiel, junto do Pavilhão de Feiras e Exposições, AGRICAL estacionamento das viaturas pelo parque e zona do Hotel.

2- 9.50 Horas. Saída do autocarro cheio de pessoas, vai passar pelo Parque da Cidade, Obras da Bracalândia parque temático a que vai abrir e Março de 2010, seguindo em direcção ao centro da Freguesia de Luzim Igreja, com a presença do Presidente da Junta Sr. Francisco Aguiar.

3- 10.20 2º Encontro com a gente do povo dos quais caminharão connosco.

4- Inicio com uma breve visita à linda freguesia e com o cafezito tomado, seguimos em direcção às gravuras de Lomar, onde se vai tomar apontamentos e fotografar. Ler Texto.

5- Seguidamente direccionados para o Menir de Luzim e pegadinhas de S. Gonçalo, onde de igual modo se pode fotografar. Ler texto.

6- Atravessando a estrada com cuidado, vamos dirigir-nos às pedreiras e em direcção à Anta de Boelhe que serviam a tumularão colectiva e transforma em objecto de Culto gigantescas pedras onde crepitam preces antigas. Santificam-se os lugares.

7- Depois de Tudo fotografado seguimos pelas pedreiras a caminho do Centro de Boelhe, onde vai estar presente o Presidente da Junta de Boelhe Sr. Avelino Silva.

8- Aí presentes vamos visitar o Moinho de Cisterna que merece ser visto porque raramente se encontra uma peça como esta.

9- 11.30+- Vamos fazer a visita à igreja românica de Boelhe.

10- Ao lado vamos visitar a Associação para o desenvolvimento de Boelhe uma exposição casual e que se encontra lá, possivelmente com a presença do Dr. Rui Abrantes Presidente da APDFBoelhe

11- Depois destas visitas e porque o tempo não nos vai dar para ir à Bolsa de Ouro e ao Escorrega Natural seguimos pelo trilho em direcção a Luzim, Outeiro Longo, passando pelas aldeias de que faz parte Boelhe e Luzim, por casa senhoriais de 180o e alguma de 1700 ainda pela casa de Sequeiros casa esta de quem pertencia a mata do menir etc.

12- Chegados a Luzim vamos almoçar descarregando as mochilas e compondo o estômago.

13- Por volta das 14.30 voltamos em direcção aos automóveis podendo descarregar as mochilas e seguir a pé para o Museu Municipal de Penafiel pelo centro da feira de S. Martinho. Para fazer a belíssima visita ao museu.

14- Acabada a visita a feira é livre onde as pessoas podem comprar os cobertores e as albardas dos penafidelenses, uma caneca provando a qualidade do vinho verde da região em cinco ou seis locais, as farturas, as castanhas tudo quanto possa haver na feira.

15- Cerca das 19 horas jantar e farra pela noite dentro a não esquecer.

Um Grande abraço a todos vai valer a sua vinda cá.

Espero-vos a horas, porque se não estiver tem de ir de carro em direcção a Duas Igrejas, Perozelo, Luzim ao centro o nosso 2º encontro. Xau Xau. Contactos Napoleão 919769705, Jorge Ventura e Pedro Gabino.

Penafiel 2009 11 9

sexta-feira, novembro 06, 2009

Caminhada do Neolítico ao Românico “Caminhada do Sousa Marcada para 14 de Novembro 2009.

 Esta caminhada denominada do Neolítico ao Românico.




Vai ser em Luzim / Boelhe e estamos a fazer um briefing afim de termos as condições necessárias para que o turismo cultural e desportivo possa ter uma validade que demonstre o que de bom tem Penafiel, as freguesias com suas valências.

Com inicio as 9.30 horas do dia 14 sábado, vamos ter tempo para ver Luzim, Lomar, igreja de Boelhe além de poder ver e retratar as aldeias de Boelhe Luzim as gravuras de Lomar. Estas gravuras rupestres de Lomar são dos anos quatro mil antes de Cristo, cujo seu significado desconhecido, levanta ideias de ser tabuleiro de jogo, mas também partilhado como hipótese de historiadores arqueológicos que se pode tratar de um mapa de civilização de sepultura do neolítico conhecidos como mamoas, já que o vale onde está situado o penedo, ainda hoje, é conhecido pelo Vale dos Mortos, provavelmente uma referência que perdurou na tradição oral popular ao facto de num e noutro local e de nesta serra terem enxertos de uma vasta necrópole neolítico, da qual sobejaram vestígios perto do menir e se encontram estes focetes pegadinhas de S. Gonçalo.

De tarde vamos visitar o Museu em Penafiel, seguida do S. Martinho uma feira secular. Vou juntar a lenda do Verão de S. Martinho porque nesse dia não chove, lenda essa da biblioteca de Penafiel (in “flores para crianças” de Fernando Cardoso. que junto e passo a escrever.



LENDA DE VERÃO DE S. MARTINHO.



Num dia tempestuoso ia S. Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio que lhe estendia a mão suplicante e gelada.

S. Martinho não hesitou: parou a cavalo, poisou sua mão carinhosamente na do pobre e em seguida, com a espada cortou ao Meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.

E apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para correr o caminho cheio de felicidade.

Mas subitamente a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de estio inundou a terra de luz e calor.

Diz-se que Deus, para que se não apagasse da memória dos homens de bondade praticada pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso.”

sexta-feira, outubro 30, 2009

Caminhada da AARIS em Penafiel na Rota do Românico

A caminhada vai ser em Penafiel, Luzim, Boelhe e novamente em Penafiel ver o Museu  e andar na feira de S. Martinho. Ver fotos de locais em. http://picasaweb.google.com/napoleao.novelas; Vou voltar a dar aqui e no blog Penafiel Gente Arte, vamos estar com a Diabetes Dia Mundial